Primeira Fase
23-2-2011
Beira-Rio
gol: Bolatti (2), Leandro Damião, Oscar
Inter no 4-4-2:
1- Lauro 6,5 - seguro em todas as intervenções e pelo menos duas defesas importantes
4- Nei 6 - apesar de não se destacar no apoio e ter tido problemas de posicionamento no primeiro tempo, passou a marcar melhor o incisivo ala esquerad adversário no segundo tempo
3- Índio 5,5 - perdeu uma bola alta importante e
14- Sorondo 6 - o melhor da linha defensiva, mas poderia ter sido expulso numa entrada desnecessária e estabanada.
6- Kleber 6 - mais discreto que o habitual
24- Bolatti 7,5 - nota alta mais pelos dois gols e pela pequena quantidade de erros do que pela quantidade e qualidade do cumprimento da função específica
8- Wilson Matias 6 - alternou altos e baixos, mas não comprometeu
23- Zé Roberto 5 - teve pouco sucesso na jogada individual e passou muito tempo sumido do jogo; teve algum destaque na bola parada,
5- Guinãzú 6 - pouca contribuiçao ofensiva, mas com melhor rendimento técnico do que na partida anterior; a contumaz disposição e qualidade no desarme equilibram o prejuízo aos desempenhos individual e coletivo trazido pelo seu posicionamento erradamente muito avançado.
18- Cavenaghi 5,5 - muito apagado no primeiro tempo, um pouco mais voluntarioso no segundo, nao aproveitou duas boas chances de gol na pequena área, mas usou a cabeça para assistir Bolatti no segundo gol, embora impedido.
9- Leandro Damião 6 - afora um chute perigoso e um boa jogada em diagonal pela esquerda, onde voltou a mostrar mais técnica na condução de bola e drible do que em 2010, o camisa nove foi mais transpiração que inspiração; no fim das contas, o gol de puro oportunismo foi um prêmio justo para alcançar a suficiência.
16- Oscar-19 6,5 - jogou poucos minutos, mas fez um belo gol de fora da área, que lhe rende a nota destacada ao invés do tradicional "sem nota"
20- Alecsandro -18 sn
17- Andrezinho- 23 sn
Comentário: nem 4-2-3-1, nem losango, Guiñazú jogou à frente, ao lado de Zé Roberto. No final do segundo tempo, apenas, é que Leandro Damião recuou pela direita quando sem posse de bola, para formar uma linha de marcação com Guina pelo centro e Zé Roberto pela esquerda. Isso colaborou para que o colorado fosse acéfalo e, pressionado pela marcação estreita da meia-cancha mexicana, vivesse de chutões e rifadas de bola. O Jaguares jogou ligeiramente melhor durante a primeira meia hora de jogo, mas foi penalizado injustamente com dois gols de bola parada do Inter, um deles contando com desvio fortuito da zaga e outro em impedimento não marcado de Cavenaghi. De bom, apenas a jogada ensaiada do segundo gol. No segundo tempo, ainda menos posse de bola e mais um gol na bola parada, desta vez em falha clara do goleiro. O quarto gol, aos 46', em chute forte de Oscar à longa distância. O Inter jogou mal, em todos os setores, e saiu de campo com uma goleada. Sorte de campeão? Não, apenas sorte. Fora Roth.
"O Brasil tem 180 milhões de treinadores". Também sou mais um que pensa entender mais do que os cronistas esportivos e que chama de "burro" todos os treinadores do meu time. Na falta de um jornal para escrever ou de um time para comandar, o Blog acaba se tornando um ótimo - e talvez único - lugar para desafogar as ideias e manifestar as opiniões. Ao meio termo porque é a visão de quem não é profissional da área, mas tampouco apenas um torcedor passional. Abraços e boa leitura !
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Prévia de Inter x Jaguares
Roth e direção afirmaram terem gostado d0 rendimento do time contra o Emelec, o que justificaria a repetição da escalação daquela meia-cancha arrastada e pouco contundente que se viu em Guayaquil. Guinazu voltaria a atuar como o central da linha de meias ofensivos, o que, segundo Roth, é a real função de Cholo, na qual se consagrou no Libertad e chamou atenção do Inter. Verdade que no paraguai ele jogava mais à frente, mas além disso fazer 5 anos, aquele time do Libertad tinha outros jogadores de meio e ataque com maior capacidade de finalização. Mas, o que Roth não lembra é que, no jogo de volta daquela semifinal, o Libertad dominou o início do segundo tempo e só não abriu o placar por que...tchan, tchan, tchan, tchan...Guiñazú perdeu duas chances claras de gol graças à sua pouca qualidade como finalizador.
Bom, voltando ao jogo de hoje, com a contusão de D'Alessandro, Roth escolheu Cavenaghi para completar o time. Ao que tudo indica, isso o obrigará a trocar o 4-2-3-1 pelo 4-4-2 em losango, com Zé Roberto no vértice alto e Guiñazú e Matias (ou Bolatti) mais atrás e pelos lados, à frente do volante central. D'Alessandro, evidentemente, fará muita falta, mas no plano tático, talvez sua lesão tenha melhorado o time. Veremos.
Fora Roth, antes que seja tarde.
Bom, voltando ao jogo de hoje, com a contusão de D'Alessandro, Roth escolheu Cavenaghi para completar o time. Ao que tudo indica, isso o obrigará a trocar o 4-2-3-1 pelo 4-4-2 em losango, com Zé Roberto no vértice alto e Guiñazú e Matias (ou Bolatti) mais atrás e pelos lados, à frente do volante central. D'Alessandro, evidentemente, fará muita falta, mas no plano tático, talvez sua lesão tenha melhorado o time. Veremos.
Fora Roth, antes que seja tarde.
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Libertadores 2011: Emelec x Inter 1-1
Primeira Fase
16-2-2011
Guayaquil
gol: Bolatti
Inter no 4-2-3-1
1- Lauro 6,5
4- Nei 6
3- Índio 6
14- Sorondo 6,5
6- Kleber 7
24- Bolatti 7
8- Wilson Matias 6
23- Zé Roberto 5,5
5- Guinãzú 5
10- D'Alessandro 7
9- Leandro Damião 7
18- Cavenaghi-23 6
22- Rodrigo-24 5
Comentário: a paçoca que se previa antes do jogo se cofnirmou, embora num formato diferente, pois em vez do losango, se viu Guiñazú fazendo o papel de Tinga no 4-2-3-1. O jogo esteve o tempo todo na mão do Inter, que apesar de alguns ataques perigosos do Emelec, dominou as ações e teve boas chances de gol. Era nítido que o Inter precisava de Andrezinho ou Cavenaghi no lugar de um dos volantes, para imprensar o Emelec na defesa. A falta de velocidade no contrataque dos equtorianos não justificava o excesso de cautela de Celso Roth. Depois de inúmeras boas jogadas e finalizações de Leandro Damião, o Inter conseguiu abrir o placar aos 35' do segundo tempo, com um gol de escanteio (finalmente um escanteio cobrado no lugar certo, na marca do pênalti). Porém, dali pra frente, Roth mexeu mal duas vezes, jogou o time pra trás, deixou o Emelec pressionar e, passados 30 segundos do tempo informado para os acréscimos, tomou um gol de cabeça. Falharam Damião na marcação e Lauro, na única vez em que saiu mal na bola alta. O time não foi mal, mas de Roth, tivemos o de sempre: uma paçoca no meio campo, uma postura acovardada do treinador e substituições ruins. Ainda a destacar a má atuação do árbitro, confuso nos critérios disciplinares, sem controle do jogo e que não deu um pênalti claro em cima de Sorondo, derrubado com um puxão na camiseta.
16-2-2011
Guayaquil
gol: Bolatti
Inter no 4-2-3-1
1- Lauro 6,5
4- Nei 6
3- Índio 6
14- Sorondo 6,5
6- Kleber 7
24- Bolatti 7
8- Wilson Matias 6
23- Zé Roberto 5,5
5- Guinãzú 5
10- D'Alessandro 7
9- Leandro Damião 7
18- Cavenaghi-23 6
22- Rodrigo-24 5
Comentário: a paçoca que se previa antes do jogo se cofnirmou, embora num formato diferente, pois em vez do losango, se viu Guiñazú fazendo o papel de Tinga no 4-2-3-1. O jogo esteve o tempo todo na mão do Inter, que apesar de alguns ataques perigosos do Emelec, dominou as ações e teve boas chances de gol. Era nítido que o Inter precisava de Andrezinho ou Cavenaghi no lugar de um dos volantes, para imprensar o Emelec na defesa. A falta de velocidade no contrataque dos equtorianos não justificava o excesso de cautela de Celso Roth. Depois de inúmeras boas jogadas e finalizações de Leandro Damião, o Inter conseguiu abrir o placar aos 35' do segundo tempo, com um gol de escanteio (finalmente um escanteio cobrado no lugar certo, na marca do pênalti). Porém, dali pra frente, Roth mexeu mal duas vezes, jogou o time pra trás, deixou o Emelec pressionar e, passados 30 segundos do tempo informado para os acréscimos, tomou um gol de cabeça. Falharam Damião na marcação e Lauro, na única vez em que saiu mal na bola alta. O time não foi mal, mas de Roth, tivemos o de sempre: uma paçoca no meio campo, uma postura acovardada do treinador e substituições ruins. Ainda a destacar a má atuação do árbitro, confuso nos critérios disciplinares, sem controle do jogo e que não deu um pênalti claro em cima de Sorondo, derrubado com um puxão na camiseta.
Libertadores 2011: prévia de Inter x Emelec
Com Tinga machucado, a reportagem da Band diz que Roth escala Bolatti no vértice baixo do meio-campo em losango e Wilson Matias pela direita. Três volantes para jogar, ainda que fora de casa, contra um time bastante mais fraco. Não gosto de meio-campo em losango, não gosto de três volantes e não gosto desta postura tático-estratégica de "esperar" o adversário, especialmente porque esse time do Inter não tem como característica o contra-ataque rápido. Paçoca à vista.
domingo, fevereiro 13, 2011
Gauchão 2011: Inter x Pelotas 3-2
Gauchão 2011 - primeira fase
Beira-Rio, 13-2-2011
gols: L. Damião (3)
Inter (4-2-3-1)
1- Lauro 6 - sem culpa nos gols, salvou mais um numa ágil e tempestiva saída por baixo
2- Nei 6 - em termos de defesa foi o melhor da primeira linha colorada, mas discreto no apoio
3- Índio 4,5 - falhou junto com todo sistema defensivo no primeiro gol e em algumas outras oportunidades em que o Pelotas chegou com perigo ao interior da área
4- Sorondo 4 - bem nas antecipações, mas falhou inexplicavelmente no segundo gol e foi envolvido em outros lances
6- Kléber 6,5 - fez uma boa partida do meio para a frente, com uma assistência perfeita e bons passes e cruzamentos; desconta-se meio ponto por não ter se entendido com Sorondo na marcação do jogador autor do segundo gol auricerúlio
5- Guiñazú 6,5
8- Wilson Matias 6
11- Zé Roberto 6,5 - velocidade, dribles, jogo vertical, mas cansando e parando aos poucos
7- Tinga 5,5 - não se encontrou nem técnica nem táticamente e foi bem substituído
10- D'Alessandro 7,5 - não fosse o "hat-trick" de Damião, teria sido o melhor do Inter: duas assistências, finalizações, movimentação, raros erros de passe, segurança na posse de bola;
9- Leandro Damião 8 - três gols "de centroavante", um deles com o requinte técnico de driblar o goleiro após dominar lançamento
16- Cavenaghi (-7) 6 - jogou todo o segundo tempo, disputando bolas com muita disposição; jogou muito fora da área, buscando o jogo, sem erro de passes, mas finalizou apenas uma vez, num chute forte e rasteiro de froa da área
17- Andrezinho (-11) 6
18- Alecsandro (-9 ) sn
comentário: .
Beira-Rio, 13-2-2011
gols: L. Damião (3)
Inter (4-2-3-1)
1- Lauro 6 - sem culpa nos gols, salvou mais um numa ágil e tempestiva saída por baixo
2- Nei 6 - em termos de defesa foi o melhor da primeira linha colorada, mas discreto no apoio
3- Índio 4,5 - falhou junto com todo sistema defensivo no primeiro gol e em algumas outras oportunidades em que o Pelotas chegou com perigo ao interior da área
4- Sorondo 4 - bem nas antecipações, mas falhou inexplicavelmente no segundo gol e foi envolvido em outros lances
6- Kléber 6,5 - fez uma boa partida do meio para a frente, com uma assistência perfeita e bons passes e cruzamentos; desconta-se meio ponto por não ter se entendido com Sorondo na marcação do jogador autor do segundo gol auricerúlio
5- Guiñazú 6,5
8- Wilson Matias 6
11- Zé Roberto 6,5 - velocidade, dribles, jogo vertical, mas cansando e parando aos poucos
7- Tinga 5,5 - não se encontrou nem técnica nem táticamente e foi bem substituído
10- D'Alessandro 7,5 - não fosse o "hat-trick" de Damião, teria sido o melhor do Inter: duas assistências, finalizações, movimentação, raros erros de passe, segurança na posse de bola;
9- Leandro Damião 8 - três gols "de centroavante", um deles com o requinte técnico de driblar o goleiro após dominar lançamento
16- Cavenaghi (-7) 6 - jogou todo o segundo tempo, disputando bolas com muita disposição; jogou muito fora da área, buscando o jogo, sem erro de passes, mas finalizou apenas uma vez, num chute forte e rasteiro de froa da área
17- Andrezinho (-11) 6
18- Alecsandro (-9 ) sn
comentário: .
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Gauchão 2011: Inter xJuventude 3-1
Gauchão 2011 - primeira fase
Beira-Rio, 3-2-2011
gols: L. Damião, D'Alessandro (2)
1- Lauro 6 - bem nas defesas, mas visivelmente ainda desembocado
2- Nei 5,5
3- Índio 6
4- Ronaldo Alves 5 - titubeante em vários momentos, especialmente no lance do gol
6- Kléber 6
5- Guiñazú 5,5 - foi o batalhador de sempre, mas foi desatento na marcação no lance do gol
8- Wilson Matias 6
7- Tinga 6
10- D'Alessandro 7,5 - uma partida razoável, com uma assistência, um gol de pênalti e um golaço em tabelinha com
11- Zé Roberto 6,5 - estréia surpreendentemente boa, com muita movimentação e qualidade técnica, mas que durou apenas 37 minutos, devido a uma contusão muscular
9- Leandro Damião 6 - bastante discreto, mas com um "gol de centroavante"e sem nunca fugir da bola, cumpriu minimanente bem sua função
16- Andrezinho (-11) 5 - brigou muito, mas errou passes demais e finalizou mal, mostrando que qualidade técnica também depende de ritmo de treino e jogo
13- Sorondo (-4) 6
17- Alex (-7 ) sn
comentário: Roth mandou o Inter a campo com a promessa de um 4-4-2 com meia cancha em losango, onde D'Ale e W. Matias seriam os vértices agudos. Tomou um gol relâmpago numa bobeira geral do sistema dfensivo, mas em seguida empatou num lance de linha de fundo. Zé Roberto, escalado como segundo atacante, foi destaque, mas sentiu lesão muscular ainda no primeiro tempo e foi supreendentemente substituído por Andrezinho. Daí pra frente, o esquema tático foi indecifrável. A paçoca armada por Roth, que brindouo o torcedor colorado com 30 minutos sem uma finalização em gol, foi salva por um pênalti isolado e esquisito (embora correto) e, depois, ajudada por uma expulsão justa mas desnecessária. Em resumo, o Inter não foi bem, nem técnica nem taticamente, mas estrear com vitória sobre o líder do campeonato e tradicional rival menor, sempre é bom para a moral de um time que precisa vencer uma Libertadores, jogando bem ou jogando mal.
Beira-Rio, 3-2-2011
gols: L. Damião, D'Alessandro (2)
1- Lauro 6 - bem nas defesas, mas visivelmente ainda desembocado
2- Nei 5,5
3- Índio 6
4- Ronaldo Alves 5 - titubeante em vários momentos, especialmente no lance do gol
6- Kléber 6
5- Guiñazú 5,5 - foi o batalhador de sempre, mas foi desatento na marcação no lance do gol
8- Wilson Matias 6
7- Tinga 6
10- D'Alessandro 7,5 - uma partida razoável, com uma assistência, um gol de pênalti e um golaço em tabelinha com
11- Zé Roberto 6,5 - estréia surpreendentemente boa, com muita movimentação e qualidade técnica, mas que durou apenas 37 minutos, devido a uma contusão muscular
9- Leandro Damião 6 - bastante discreto, mas com um "gol de centroavante"e sem nunca fugir da bola, cumpriu minimanente bem sua função
16- Andrezinho (-11) 5 - brigou muito, mas errou passes demais e finalizou mal, mostrando que qualidade técnica também depende de ritmo de treino e jogo
13- Sorondo (-4) 6
17- Alex (-7 ) sn
comentário: Roth mandou o Inter a campo com a promessa de um 4-4-2 com meia cancha em losango, onde D'Ale e W. Matias seriam os vértices agudos. Tomou um gol relâmpago numa bobeira geral do sistema dfensivo, mas em seguida empatou num lance de linha de fundo. Zé Roberto, escalado como segundo atacante, foi destaque, mas sentiu lesão muscular ainda no primeiro tempo e foi supreendentemente substituído por Andrezinho. Daí pra frente, o esquema tático foi indecifrável. A paçoca armada por Roth, que brindouo o torcedor colorado com 30 minutos sem uma finalização em gol, foi salva por um pênalti isolado e esquisito (embora correto) e, depois, ajudada por uma expulsão justa mas desnecessária. Em resumo, o Inter não foi bem, nem técnica nem taticamente, mas estrear com vitória sobre o líder do campeonato e tradicional rival menor, sempre é bom para a moral de um time que precisa vencer uma Libertadores, jogando bem ou jogando mal.
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Copa da Ásia 2011 - Análise Geral
Qualidade dos jogos:
As primeiras rodadas tiveram um considerável número de jogos muito fracos do ponto de vista técnico, alguns deles ainda pobres em emoção. Inicialmente, parecia-me um torneio menos interessante e mais fraco do que a Copa das Nações da África, competição que pude assistir a todas as edições televisionadas desde 1992. Outra expressiva quantidade de partidas, como as que envolveram a primária equipe da Índia, revelaram um enorme desequilíbrio de forças entre as seleções. Da terceira rodada em diante, mas especialmente nas quartas e semifinais, passou-se a ver bons jogos de futebol. Ainda que um zero a zero desemptado na prorrogação, com poucas chances de gol, a final entre Japão e Austrália mostrou que, em termos de espetáculo, a ponta do futebol asiático não deixa a desejar ao futebol africano de seleções.
Nível técnico:
O resultado da competição evidenciou a disparidade entre o bloco das potências e o restante das seleções: Japão, Coréia do Sul e Austrália foram, de longe, as melhores seleções do torneio e justamente as três primeiras colocadas. E, vivendo o que na melhor das hipóteses é uma entresafra de gerações, o Irã deu mostras de que pode estar ficando para trás e saindo desse bloco. Em contrário senso, quem pode estar no rumo para integrar é o Uzbequistão. Apesar da retumbante derrota de seis a zero na semifinal, a seleção uzbeque nos fez ver alguns bons jogadores e uma consistência coletiva interessante. Não me surpreenderei, nem um pouco, se Uzbequistão conseguir vaga para uma das próximas Copas do Mundo. Decepcionou, mais uma vez, a China, de quem eu esperava um rápido crescimento desde a participação na Copa do Mundo de 2002. Mas o grande fracasso no Qatar foi protagonizado pelo futebol do mundo árabe e simbolizado pela ex-grande potência Arábia Saudita, que perdeu três partidas, marcou apenas um gol e ficou somente à frente da Índia. Salvaram-se alguns momentos dos anfitriões qatarianos - uma legião de estrangeiros comandada pelo "mago" Bruno Metsu (treinador do memorável Senegal da Copa de 20o2) e os iraquianos, que defendiam o título. O Iraque, contudo, baseia seu jogo muito mais num esquema fechado e pouco agressivo, do que na qualidade técnica dos jogadores, nivelada com o restante do mundo árabe. Supreenderam a Ásia, em 2007, fazendo e tomando poucos gols, levando jogos a prorrogações e pênaltis e contando com sorte na tabela de adversários. Mas um raio não cai duas vezes no mesmo lugar e, desta vez, deu a lógica: uma derrota nas quartas-de-final, vendida muito cara, mas justa, perante a Austrália.
Esquemas táticos:
O tradicional 4-4-2 foi adotado por Qatar, Kuwait, Jordânia, Arábia Saudita, Austrália, Índia, Iraque e Irã, quase sempre com meias-canchas dispostas "à inglesa", com dois externos mais agressivos e dois centrais com funçoes de marcação e armação. Nos casos de Austrália e Iraque, também de chegada e finalização de longa distância. Digno de nota foi o ataque dos Socceroos, composto por Cahill e Kewell, sabidamente dois meias-atacantes. Assim como na Copa do Mundo, o 4-2-3-1 foi bastante empregado na competição, mesmo que não tão claramente configurados em campo, devido a atacantes posicionados como externos ou meias-atacantes flutuando das extremas para o centro. Foi o esquema preferencialmente usado por Japão, Uzbequistão, China, Síria, Bahrein e Emirados Árabes. Nominalmente no 4-2-3-1, a Coréia do Sul jogou praticamente num 4-2-4, em que a linha ofensiva toda se mesclava nas funções e posições, apenas com o externo-direito Lee Chung-Young guardando posição por mais tempo. A Coréia do Norte foi a única a apresentar o "catenacciaro" 5-3-1-1, e o sepultado 3-5-2 renasceu apenas numa das partidas do Uzbequistão.
As primeiras rodadas tiveram um considerável número de jogos muito fracos do ponto de vista técnico, alguns deles ainda pobres em emoção. Inicialmente, parecia-me um torneio menos interessante e mais fraco do que a Copa das Nações da África, competição que pude assistir a todas as edições televisionadas desde 1992. Outra expressiva quantidade de partidas, como as que envolveram a primária equipe da Índia, revelaram um enorme desequilíbrio de forças entre as seleções. Da terceira rodada em diante, mas especialmente nas quartas e semifinais, passou-se a ver bons jogos de futebol. Ainda que um zero a zero desemptado na prorrogação, com poucas chances de gol, a final entre Japão e Austrália mostrou que, em termos de espetáculo, a ponta do futebol asiático não deixa a desejar ao futebol africano de seleções.
Nível técnico:
O resultado da competição evidenciou a disparidade entre o bloco das potências e o restante das seleções: Japão, Coréia do Sul e Austrália foram, de longe, as melhores seleções do torneio e justamente as três primeiras colocadas. E, vivendo o que na melhor das hipóteses é uma entresafra de gerações, o Irã deu mostras de que pode estar ficando para trás e saindo desse bloco. Em contrário senso, quem pode estar no rumo para integrar é o Uzbequistão. Apesar da retumbante derrota de seis a zero na semifinal, a seleção uzbeque nos fez ver alguns bons jogadores e uma consistência coletiva interessante. Não me surpreenderei, nem um pouco, se Uzbequistão conseguir vaga para uma das próximas Copas do Mundo. Decepcionou, mais uma vez, a China, de quem eu esperava um rápido crescimento desde a participação na Copa do Mundo de 2002. Mas o grande fracasso no Qatar foi protagonizado pelo futebol do mundo árabe e simbolizado pela ex-grande potência Arábia Saudita, que perdeu três partidas, marcou apenas um gol e ficou somente à frente da Índia. Salvaram-se alguns momentos dos anfitriões qatarianos - uma legião de estrangeiros comandada pelo "mago" Bruno Metsu (treinador do memorável Senegal da Copa de 20o2) e os iraquianos, que defendiam o título. O Iraque, contudo, baseia seu jogo muito mais num esquema fechado e pouco agressivo, do que na qualidade técnica dos jogadores, nivelada com o restante do mundo árabe. Supreenderam a Ásia, em 2007, fazendo e tomando poucos gols, levando jogos a prorrogações e pênaltis e contando com sorte na tabela de adversários. Mas um raio não cai duas vezes no mesmo lugar e, desta vez, deu a lógica: uma derrota nas quartas-de-final, vendida muito cara, mas justa, perante a Austrália.
Esquemas táticos:
O tradicional 4-4-2 foi adotado por Qatar, Kuwait, Jordânia, Arábia Saudita, Austrália, Índia, Iraque e Irã, quase sempre com meias-canchas dispostas "à inglesa", com dois externos mais agressivos e dois centrais com funçoes de marcação e armação. Nos casos de Austrália e Iraque, também de chegada e finalização de longa distância. Digno de nota foi o ataque dos Socceroos, composto por Cahill e Kewell, sabidamente dois meias-atacantes. Assim como na Copa do Mundo, o 4-2-3-1 foi bastante empregado na competição, mesmo que não tão claramente configurados em campo, devido a atacantes posicionados como externos ou meias-atacantes flutuando das extremas para o centro. Foi o esquema preferencialmente usado por Japão, Uzbequistão, China, Síria, Bahrein e Emirados Árabes. Nominalmente no 4-2-3-1, a Coréia do Sul jogou praticamente num 4-2-4, em que a linha ofensiva toda se mesclava nas funções e posições, apenas com o externo-direito Lee Chung-Young guardando posição por mais tempo. A Coréia do Norte foi a única a apresentar o "catenacciaro" 5-3-1-1, e o sepultado 3-5-2 renasceu apenas numa das partidas do Uzbequistão.
segunda-feira, janeiro 31, 2011
Copa da Ásia 2011: seleção do torneio
Seleção do torneio, escalada no 4-2-3-1:
Go: Mark Schwarzer (Austrália)
LD: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
Za: Odil Akhmedov (Uzbequistão)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Yuto Nagatomo (Japão)
MV: Makoto Hasebe (Japão)
MV: Mile Jedinak (Austrália)
ED: Koo Ja-Cheol (Coréia do Sul)
MA: Keizuke Honda (Japão)
EE: Shinji Kagawa (Japão)
CA: Ji Dong-Won (Coréia do Sul)
Go: Mark Schwarzer (Austrália)
LD: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
Za: Odil Akhmedov (Uzbequistão)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Yuto Nagatomo (Japão)
MV: Makoto Hasebe (Japão)
MV: Mile Jedinak (Austrália)
ED: Koo Ja-Cheol (Coréia do Sul)
MA: Keizuke Honda (Japão)
EE: Shinji Kagawa (Japão)
CA: Ji Dong-Won (Coréia do Sul)
Observações:
* Talvez tenha sido uma injustiça deixar Harry Kewell de fora da seleção, mas além dele ter perdido a chance de desequilibrar a partida final, preferi "premiar" um centroavante de ofício a colocar na "posição" mais avançada um meia que jogou como segundo atacante; se eu tivesse escalado a seleção no 4-4-2, provavelmente o australiano teria tido lugar.
* Ja-Cheol jogou como externo esquerdo, centroavante e meia-atacante, ou seja, em varias posições, menos onde o escalei na seleção; mas ele e Kagawa foram disparadamente os dois melhores externos do torneio, ainda que não fossem tão agudos nem tão fixos. pelo lado do campo.
terça-feira, janeiro 25, 2011
Inter: Bolatti
Bolatti: Revelado pelo Belgrano de Córdoba, foi vendido ao Porto, onde não se firmou. Quando retornou à Argentina, por empréstimo, foi campeão pelo Huracán e - li em algum lugar - eleito o melhor jogador do torneio. Transferindo pelo Porto para a Fiorentina no inicio de 2010, passou o ano no banco e na "tribuna". Segundo vozes da imprensa italiana, seu futebol de cabeça de área convencional não se adapta ao 4-3-3 fiorentino, em que Donadel, D'Agostino e Montolivo atuam de área a área, marcando, armando e finalizando. Por outro lado, a imprensa argentina sustenta que "El Gringo" sabe sim chegar à frente e que é um marcador elegante, de poucos carrinhos, desarmes precisos e bom passe. Vi esse jogador apenas nso poucos minutos que jogou na Copa, insuficientes para qualquer análise. O currículo não empolga. Os 4 milhoes de Euros por um "volantão", por melhor que seja, soam exagerados.
Copa da Ásia 2011 - Seleção das Semifinais
Seleção das semifinais, escalada no 4-2-3-1:
Go: Jung Sung-Ryong (Coréia do Sul)
LD: Atsuto Uchida (Japão)
Za: Odil Akhmedov (Uzbequistão)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Yuto Nagatomo (Japão)
MV: Carl Valeri (Austrália)
MV: Mile Jedinak (Austrália)
ED: Shinji Okazaki (Japão)
MA: Keizuke Honda (Japão)
EE: Matt McKay (Austrália)
At: Harry Kewell (Austrália)
Go: Jung Sung-Ryong (Coréia do Sul)
LD: Atsuto Uchida (Japão)
Za: Odil Akhmedov (Uzbequistão)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Yuto Nagatomo (Japão)
MV: Carl Valeri (Austrália)
MV: Mile Jedinak (Austrália)
ED: Shinji Okazaki (Japão)
MA: Keizuke Honda (Japão)
EE: Matt McKay (Austrália)
At: Harry Kewell (Austrália)
domingo, janeiro 23, 2011
Inter: primeiras considerações do ano
* Giuliano: apesar de todo o talento e perspectivas de crescimento, do prêmio de melhor jogador da Libertadores e dos gols decisivos, a verdade é que Giuliano era muito irregular, especialmente quando saía jogando. Incomodava-me a quantidade de passes errados que saíam dos pés dele, algo incoerente com sua qualidade técnica. Dez milhões de euros por um reserva irregular, que vivia de lampejos, é um ótimo negócio. Mas a quem o prefere considerar uma promessa de craque, dez milhões de euros continuam sendo um bom negócio.
* Zé Roberto: teve seu auge em 2006, quando foi Bola de Prata da Placar no campeonato brasileiro, pelo Botafogo. Jogador de trajetória muito irregular, no terço final de carreira, taticamente talvez até seja mais adequado ao sistema 4-2-3-1 do que Giuliano. Porém, não é jogador de muitos gols, aquilo que mais faltou ao Inter em 2010. Espero queimar a língua, mas acho mais provável que essa contratação se revele pouco acertada.
* Cavenaghi: El Torito Cavegol surgiu como grande promessa, foi campeão sul-americano sub-20, tri campeão argentino pelo River, campeão francês e da Copa da França pelo Bordeaux. Faixas não lhe faltam. Mas nas últimas duas temporadas vem lhe faltando continuidade e um pouco de gols. Sua média histórica pelos clubes por onde passou é similar a de Alecsandro, 1 a cada dois jogos. Mas espero que sejam de gols mais importantes do que os do "Artilheiro do Gol Inútil". É um razoável cobrador de faltas, bate bem de fora da área, medianamente técnico, mas, curiosamente, faz poucos gols de cabeça, mesmo tendo 1,81 m. Se estiver fisicamente bem, acho que é um avanço em relação aos centroavantes atuais, mas não é uma contratação que me empolgue. Por outro lado, o que tem-se de melhor dentro do que clubes brasileiros podem pagar?
*Ricardo Goulart: o jovem do Inter B, que já começa a ser cantado em prosa e verso por torcedores e parte da imprensa, pode até vir a ser um bom jogador no futuro, mas por enquanto só o que fez de destacado foram os dois gols de cabeça. Um deles, sem goleiro, debaixo do travessão, numa bola rebatida. Claro que vale pro placar, mas não conta pra avaliação. O outro gol, esse sim, um belo cabeceio num cruzamento, mas em cima do goleiro, que tomou um frangaço. Além do mais, finalizações de cabeça não estão entre as principais
funções do externo de meio campo, quais sejam, cruzamento, passes certos, finalizações de média distância, criatividade e ajuda na marcação. E nestas todas, Ricardo não passou de uma nota 6 até o momento.
* Zé Roberto: teve seu auge em 2006, quando foi Bola de Prata da Placar no campeonato brasileiro, pelo Botafogo. Jogador de trajetória muito irregular, no terço final de carreira, taticamente talvez até seja mais adequado ao sistema 4-2-3-1 do que Giuliano. Porém, não é jogador de muitos gols, aquilo que mais faltou ao Inter em 2010. Espero queimar a língua, mas acho mais provável que essa contratação se revele pouco acertada.
* Cavenaghi: El Torito Cavegol surgiu como grande promessa, foi campeão sul-americano sub-20, tri campeão argentino pelo River, campeão francês e da Copa da França pelo Bordeaux. Faixas não lhe faltam. Mas nas últimas duas temporadas vem lhe faltando continuidade e um pouco de gols. Sua média histórica pelos clubes por onde passou é similar a de Alecsandro, 1 a cada dois jogos. Mas espero que sejam de gols mais importantes do que os do "Artilheiro do Gol Inútil". É um razoável cobrador de faltas, bate bem de fora da área, medianamente técnico, mas, curiosamente, faz poucos gols de cabeça, mesmo tendo 1,81 m. Se estiver fisicamente bem, acho que é um avanço em relação aos centroavantes atuais, mas não é uma contratação que me empolgue. Por outro lado, o que tem-se de melhor dentro do que clubes brasileiros podem pagar?
*Ricardo Goulart: o jovem do Inter B, que já começa a ser cantado em prosa e verso por torcedores e parte da imprensa, pode até vir a ser um bom jogador no futuro, mas por enquanto só o que fez de destacado foram os dois gols de cabeça. Um deles, sem goleiro, debaixo do travessão, numa bola rebatida. Claro que vale pro placar, mas não conta pra avaliação. O outro gol, esse sim, um belo cabeceio num cruzamento, mas em cima do goleiro, que tomou um frangaço. Além do mais, finalizações de cabeça não estão entre as principais
funções do externo de meio campo, quais sejam, cruzamento, passes certos, finalizações de média distância, criatividade e ajuda na marcação. E nestas todas, Ricardo não passou de uma nota 6 até o momento.
Copa da Ásia 2011: seleção das quartas-de-final
Seleção das quartas-de final, escalada no 4-4-2:
Go: Mohammed Gassid (Iraque)
LD: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
Za: Hwang Jae-Won (Coréia do Sul)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Ehsan Hajsafi (Irã)
MV: Makoto Hasebe (Japão)
MV: Lee Yong-Rae (Coréia do Sul)
MA: Harry Kewell (Austrália)
MA: Shinji Kagawa (Japão)
At: Sebastián Soria (Qatar)
At: Ulugbek Bakaev (Uzbequistão)
Go: Mohammed Gassid (Iraque)
LD: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
Za: Hwang Jae-Won (Coréia do Sul)
Za: Lucas Neill (Austrália)
LE: Ehsan Hajsafi (Irã)
MV: Makoto Hasebe (Japão)
MV: Lee Yong-Rae (Coréia do Sul)
MA: Harry Kewell (Austrália)
MA: Shinji Kagawa (Japão)
At: Sebastián Soria (Qatar)
At: Ulugbek Bakaev (Uzbequistão)
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Copa da Ásia 2011: seleção da primeira fase
Apresento a seleção da primeira fase da Copa da Ásia, no esquema 4-2-3-1, não só por ser um dos mais utilizados pelas equipes como também para privilegiar os meias, onde acumulam-se os principais destaques da competição. Minha escolha ficou um pouco prejudicada porque não pude ver todos os jogos, especialmente os da seleção do Qatar (faltaram 5 dos 24 da primeira fase, além de 3 assisti flashes simultaneamente a outros). Para algumas posiçõesas escolhas foram quase óbvias, mas para outras não foi tarefa tão simples. A média dos goleiros foi baixa, salvando-se um aqui e outro ali, mas na média dos três jogos o veteraníssimo australiano ainda foi nitidamente melhor. De forma geral, as atuações dos zagueiros foram de fracas a discretas, com algum brilho apenas para Akhmedov, volante de origem, que fez dois gols e se destacou mais pela qualidade da saída de bola do que por força, cabeceio, marcação e firmeza. Embora sem nada de grande brilho, a lateral-esquerda foi bem concorrida, com Isa (Bahrein), Lee You-Pyo (Coréia do Sul) e Nagatomo (Japão) praticamente no mesmo nível do escolhido-mais pela novidade- Sabagh. Dentre os volantes, ainda se poderia destacar Ki Sung-Yueng (Coréia do Sul) e Endo (Japão). A linha dos três meias poderia ter Ismail Abdullatif (Bahrein), Park Ji-Sung e Lee Chung-Young (Coréia do Sul) e Honda, Okazaki e Kagawa (Japão). Já a "centroavância" foi a posição mais mal servida de jogadores, pois os poucos que tiveram boas atuações, como Younis Mahmoud (Iraque), Dong-Won (Coréia do Sul), Maeda (Japão) e Geyrinkh (Uzbequistão) as tiveram em apenas uma das três partidas da fase. Assim, fica Cahill, mais pela folha corrida, como melhor 9 da primeira fase.
goleiro: Schwarzer (Austrália)
lateral direito: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
zagueiro: Neill (Austrália)
zagueiro: Akhmedov (Uzbequistão)
lateral esquerdo: Sabagh (Síria)
volante: Jedinak (Austrália)
volante: Hasebe (Japão)
externo direito: Koo Ja-Cheol (Coréia do Sul)
meia-atacante: Djeparov (Uzbequistão)
externo esquerdo: Kagawa (Japão)
centroavante: Cahill (Austrália)
goleiro: Schwarzer (Austrália)
lateral direito: Cha Du-Ri (Coréia do Sul)
zagueiro: Neill (Austrália)
zagueiro: Akhmedov (Uzbequistão)
lateral esquerdo: Sabagh (Síria)
volante: Jedinak (Austrália)
volante: Hasebe (Japão)
externo direito: Koo Ja-Cheol (Coréia do Sul)
meia-atacante: Djeparov (Uzbequistão)
externo esquerdo: Kagawa (Japão)
centroavante: Cahill (Austrália)
sábado, dezembro 18, 2010
INTER NO MUNDIAL 2010: curtinhas
- O principal destaque do Inter nos Emirados foi a presença de seu torcedor. Considerando as variadas estimativas que ouvi nessa semana, entre 5 e 9 mil pessoas coloriram as arquibancadas de vermelho, na maior movimentação trans-oceânica de torcedores da história dos mundiais de clubes, seja na versão Copa do Mundo FIFA, seja na velha Taça Intercontinental.
- Se o sorteio das chaves tivesse invertido os confrontos, o Inter teria pego os coreanos na semifinal e não teria se ouvido falar em "fiasco", "decepção", "frustração" em Abu Dhabi, mesmo com uma provável derrota para os italianos na final e com exatamente o mesmo futebol insuficiente apresentado pelo time. O futebol é feito de competência e preparação, mas os placares são sempre uma soma de circunstâncias.
- ranking gaúcho dos mundiais de clubes:
2º - Grêmio: 1 título, 2 jogos, 1 vitória na prorrogação, 1 empate com derrota nos pênaltis
PS: aos gremistas que ousarem dizer foram vice-campeões em 95, aviso que o Inter nunca foi o ULTIMO COLOCADO de um mundial.
- Internazionale x Mazembe:
- a Inter jogava até menos do que o Colorado, quando fez o primeiro gol
- um gol na hora certa muda tudo; e não me digam que não tem hora certa pra gol, porque os do Alecsandro são sempre tarde demais
- dois chutes, dois gols interistas; qualidade sim, mas sorte e azar também explicam
- apesar do placar igual, o Mazembe deu mais trabalho à Inter do que o Seongnan, e finalizou mais vezes do que contra o Colorado
INTER NO MUNDIAL 2010: Inter 4x2 Seongnam llwha Chunma
O jogo começou ruim para o Inter, que parecia intranquilo, errava passes e não conseguia reter a bola, deixando com que a posse de bola dos coreanos chegasse a impressionantes 74% aos 12'. Mas aos poucos o Inter se soltou e, mesmo sempre com menos posse de bola, começou a ser mais contundente e chegou naturalmente aos gols. A expulsão de um coreano quando o placar marcava 2x0 facilitou ainda mais as coisas. Mas, depois do quarto gol, o Inter parou de jogar, teve o meio campo desmontado por Celso Roth e acabou, no relaxamento, tomando dois gols no final. O que poderia ser tranquilamente 6x0, acabou 4x2. Goleada, justa, de toda forma.
A destacar fragilidade técnica do time coreano e o fato de que o Inter precisou de 10 arremates para fazer os 3 primeiros gols (18 ao todo), enquanto no jogo anterior foram 23 sem nenhum gol.
Renan 6 - partida tranqüila, uma ótima defesa na única vez em que foi realmente exigido e muita segurança nas poucas intervenções que teve de fazer
Nei 5,5 - muito esforçado, razoável no apoio, uma assistência, mal no posicionamento defensivo
Bolívar 5 - um grande ano que se encerrou com duas atuações irreconhecíveis
Índio 6 - sem falhas em um jogo com pouca exigência
Kléber 5,5 - foi bem no primeiro tempo, caiu muito no segundo
Guiñazú 6 - o mesmo de sempre
Wilson Matias 6 - bem mais discreto do que no primeiro tempo do jogo anterior, mas teve uma boa participação
Rafael Sóbis 6,5 - no primeiro tempo não teve muito sucesso em suas jogadas, mas no segundo, aberto pela direita, fazia uma grande partida até se machucar e ser substituído por Giuliano.
Tinga 7,5 - tão bem como no primeiro tempo do jogo anterior, mas com mais sucesso nas jogadas; autor do primeiro gol numa das várias vezes em que inflitrou-se na área;
D'Alessandro 7 - mais presente e eficiente do que no jogo anterior, fez uma partida boa e premiada com um belo gol de fora da área
Alecsandro 7 - muitos erros banais, como sempre, mas um belo gol, outro gol em impedimento e uma ótima assistência para Tinga; de fato é um artilheiro, pena que artilheiro dos gols inúteis
Giuliano 5 - entou no lugar de Sóbis, embolou o time e errou quase tudo que tentou
Pato Abbondanzieri sn - entrou para uma justa despedida, nao tocou na bola e tomou dois gols sem nenhuma culpa; mas se fosse com Renan, teria pegação no pé
Andrezinho sn - substituiu Wilson Matias no fim e não teve muito tempo para demonstrar futebol, pois dali pra frente o time nao quis mais jogar e ainda ficou muito fragilizado na marcação
INTER NO MUNDIAL 2010: Inter 0 x 2 Mazembe
Claro que ficou o sentimento de frustração. Mas, pelo menos para mim, não foi algo inesperado e muito menos a "maior decepção" do torcedor colorado ou o "maior fiasco da história do Inter". Eu fiquei muito mais decepcionado com o verdadeiro fiasco de levar 4 do Juventude numa semi-final de Copa do Brasil, dentro de um Beira-Rio com 65 mil pessoas, numa maldita noite de chuva. Ainda houve as derrotas em casa para Bahia e Olímpia em 89 e certamente outros momentos bem piores, de quem nem lembro agora. E quando ao futebol gaúcho, fiasco é cair pra segunda divisão e vender o DVD da Batalha dos Aflitos como documentário de uma vitória da valentia, heheheheheheheh.
O Inter até nem jogou tão mal assim. Jogou melhor que o Mazembe, mas não teve pontaria. Foram 23 finalizações sem sucesso. Contra o Seongnan, a Inter italiana finalizou apenas 7 vezes, mas fez 3 gols, o primeiro deles aos 2 minutos do primeiro tempo. Se Rafael Sóbis tivesse feito aquele gol imperdível aos 11 minutos, provavelmente o jogo teria tido o mesmo resultado da outra semifinal. Nada de zebras. De todo modo, o Inter contra o Mazembe foi rigorosamente igual ao do último terço do campeonato brasileiro. Faltou futebol, sim, mas também faltou sorte. Sorte que teve em 2006, quando tudo deu certo contra o Barcelona. Roth mexeu muito mal no time, alguns jogadores renderam menos do que se esperava e o talismã Giuliano desta vez não resolveu. Mas o pior de tudo foi ter ido aos Emirados com Alecsandro e Leandro Damião como únicas soluções para a camisa 9. Sabia-se que eram insuficientes há um ano inteiro.
Renan 5,5 - Foi bem em todas as pequenas intervenções que teve de fazer e em duas ou três defesas seguras, mas o segundo gol não era indefensável.
Nei 4,5 - Apareceu bastante no apoio, mas errou passes e não acertou cruzamentos, além de alguns erros, como sempre, no posicionamento defensivo.
Bolívar 5 - Falhou no primeiro gol e sofreu com a velocidade de Kaluyituka no primeiro tempo
Índio 5,5 - Também falhou no primeiro gol, mas de resto fez uma partida discreta e correta, sem muitas exigências
Kléber 6 - Foi muito criticado pela imprensa, mas para mim foi um dos melhores do meio para frente. Perde meio ponto por ter marcado mal o jogador que deu a assistência, de cabeça, para Kabangu fazer o primeiro gol
Guiñazú 6 - Não teve falhas, marcou bastante, foi o guerreiro de sempre e errou poucos passes. Discreto e trabalhador.
Wilson Mathias 6,5 - Fez sua melhor partida do Inter, roubando bola, passando bem e com velocidade e ainda procurando chegar à frente para concluir.
D'Alessandro 5,5 - Começou discreto, tímido, parecia sentir o peso da competição. Foi melhorando ao longo do jogo, apesar de 2 ou 3 passes errados imperdoáveis. Melhorou quando foi jogar aberto na esquerda, mas acabou errando feio uma finalização da marca do pênalti após uma cobrança esperta de escanteio, o que lhe desconta meio ponto.
Tinga 6,5 - Fez um primeiro tempo muito bom, com bastante movimentação, acerto nos passes e entrada na área. Caiu um pouco no segundo tempo e foi substituído muito cedo, incorretamente.
Rafael Sóbis 6 - Talvez tenha sido o melhor jogador do Inter, com muita movimentação e 3 conclusões muito perigosas, mas uma delas um erro imperdoável, cara a cara com o goleiro Kidiaba. Não deveria ter saído para a entrada de Giuliano.
Alecsandro 4,5 - De bom apenas o cruzamento para Sóbis perder um gol incrível. Foi substituído por Leandro Damião no segundo tempo.
Leandro Damião 4 - Teve contribuição ainda menos expressiva que Alecsandro que, pelo menos, se movimentou mais.
Giuliano 5,5 - Não entrou mal, mas não contribuiu mais do que Tinga. Teve a segunda melhor chance de gol do Inter, quando o empate levaria à prorrogação. Mas precipitou-se em finalizar sem olhar para o gol e chutou nas mãos do goleiro, sozinho com ele dentro da área.
Oscar 5,5 - Mostra que tem um talento a ser lapidado e protegido e, justo por isso, jamais deveria ter entrado no lugar de Sóbis naquele momento crítico do jogo. Movimentou-se, mas absoluamente sem sucesso.
terça-feira, dezembro 14, 2010
INTER NO MUNDIAL 2010: 2006 x 2010
Acho que o Inter do mundial de 2010 é melhor tecnicamente do que o do mundial de 2006. Time bom em 2006 era o da Libertadores e, mesmo assim, só jogou bem mesmo a primeira final contra o São Paulo. O deste ano, não foi muito diferente, pois o caminho trilhado na Libertadores foi cheio de trancos e barrancos, tendo convencido mesmo apenas nas duas partidas contra São Paulo e na primeira contra o Chivas.
Vejamos um comparativo técnico entre 2006 x 2010 nome a nome:
Clemer x Renan: Renan, ligeiramente
Ceará x Nei: Ceará, disparado
Índio x Bolívar: Bolívar, tranquilamente
Fabiano Eller x Índio: Fabiano Eller, tranquilamente
Rubens Cardozo x Kléber: Kléber, disparado
Edinho x Guinãzú: Guinãzú, mais do que disparado
W. Monteiro x W. Mathias: empate
Alex x Tinga: Tinga, disparado (aquele Alex estava muito mal, nada a ver com o Alex de 2008)
Fernandão x D'Alessandro: D'Alessandro (seria empate, mas Fernandão jogou muito mais pra marcar do que para atacar)
Iarley x Sóbis: empate (gosto mais do Sóbis, mas Iarley estava em grande fase)
Pato x Alecsandro: Pato
resultado: 6 de 2010, 3 de 2006 e 2 empates
INTER NO MUNDIAL 2010: comentário inicial
Surpreende-me grande parte da imprensa brasileira dar como favas contadas a passagem do Inter à final, com se o Mazembe não existisse, mas, muito mais ainda, o favoritismo sobre a Internazionale. Dizem que a Inter italiana está muito mal, em sétimo lugar no campeonato nacional. Mas em que posição ficou o Inter brasileiro no nacional? E que bola o colorado andou jogando nas últimas 10 partidas do nacional? Bola pra cá, bola pra lá, domínio da posse de bola, iniciativa e uma grande dificuldade de fazer gols. Time por time, elenco por elenco, fase por fase, a Inter de Milão ainda é tão favorita quanto qualquer campeão europeu sempre tem sido contra o campeão sul-americano.
Mas quero falar do Mazembe, hoje. Depois de ver a partida contra o Pachuca, fiquei com a impressão de que os mexicanos seriam um adversário mais fácil. Primeiro que o Inter tem larga tradição de bater com facilidade equipes mexicanas. Depois, o Pachuca apresentou aquele velho futebol de toque-toque e pouca velocidade do futebol mexicano, com uma defesa fisicamente fraca e pouca estatura do meio para a frente. Além disso, me pareceram bem abaixo dos africanos no preparo físico. O Mazembe pode até não amedrontar, especialmente no quesito técnica individual, mas em jogos de mata-ou-morre, uma soma de circunstâncias favoráveis a um e desfavoráveis a outro podem levar a zebras. Isso ocorre com certa freqüência. Veja o própria Inter de 2006 contra o Barcelona. O Mazembe tem mais estatura, força e preparo físico que o Pachuca e, num jogo em que as coisas não andem bem técnica e taticamente para o Inter, isso pode fazer a diferença. Além disso, ao menos contra o Pachuca, os congoleses revelaram facilidade em chutar forte a média e longa distância e domínio da bola alta, ponto em que o Inter não é muito seguro, mas onde times mexicanos não servem como boa referência.
Os congoleses usam dois jogadores agudos pelos lados do campo, Kabangu e Singuluma, o que pode fazer com que nossos laterais fiquem mais presos. Preocupa-me especialmente o lado direito, pois Nei tem dificuldades de posicionamento defensivo contra jogadores velozes. O centroavante não é alto, mas movimenta-se bastante. Os laterais são fracos, embora apoiem bastante. Contra o Pachuca, eles impuseram o seu ritmo e, principalmente no primeiro tempo, o seu posicionamento tático, marcando o Pachuca além do meio campo e procurando dominar as ações ofensivas. Acredito que não joguem retrancados contra o Inter, o que pode favorecer os pontos fortes colorados, que são a qualidade técnica do trio Sobis-Tinga-D'Alessandro, apoiados por Kleber, e a grande capacidade de tocar a bola em progressão ofensiva quando há espaços. Caso o Inter consiga tocar rápida e verticalmente a bola, os africanos terão de arriscar muito o combate direto e nisso eles são muito mais "estabanados" que jogadores europeus e sul-americanos. Com uma arbitragem rigorosa, cartões em profusão podem facilitar a vida do Inter. Contra o Pachuca, ao serem pressionados levaram 4 cartões em cerca de 15 minutos.
Talvez o Mazembe não seja nem pior nem melhor que a média dos times do interior gaúcho. Contra quem, todos os anos, Inter e Grêmio sempre perdem alguns pontos. Portanto, não são favas contadas.
Palpite: Inter 2 x 1.
sexta-feira, agosto 20, 2010
Libertadores 2010: Inter x Chivas 3-2
Final - jogo de volta
Beira-Rio
18-09-2010
gols: Rafael Sóbis, Leandro Damião, Giuliano
Renan 5,5
Nei 6
Bolívar 7
Índio 6
Kléber 7,5
Sandro 6
Guiñazú 7
D'Alessandro 7,5
Tinga 7,5
(Wilson Mathias sn)
Taison 6
(Giuliano 7)
Rafael Sobis 6
(Leandro Damião 6,5)
LIbertadores 2010: Chivas x Inter 1-2
Final - jogo de ida
Estádio Omnilife - Guadalajara
11-09-2010
gols: Giuliano, Bolívar
Renan 6
Nei 5
Bolívar 7,5
Índio 6,5
Kléber 7
Sandro 7
Guiñazú 7
Giuliano 7
D'Alessandro 7
Taison 6
Alecsandro 6
(Everton 4)
(Rafael Sobis 5)
sexta-feira, agosto 06, 2010
Libertadores 2010: São Paulo x Inter 2-1
Semifinal - jogo de volta
05-8-2010
Morumbi
Renan 4
Nei 6
Bolívar 8
Índio 6
Kleber 6
Sandro 7
Guiñazu 7
D'Alessandro 7
(Giuliano 6)
Tinga 7,5
Taison 6,5
(Wilson Mathias 6)
Alecsandro 6,5
05-8-2010
Morumbi
Renan 4
Nei 6
Bolívar 8
Índio 6
Kleber 6
Sandro 7
Guiñazu 7
D'Alessandro 7
(Giuliano 6)
Tinga 7,5
Taison 6,5
(Wilson Mathias 6)
Alecsandro 6,5
quinta-feira, julho 29, 2010
LIbertadores 2010: Inter x São Paulo 1-0
Semifinal - jogo de ida
29-7-2010
Beira-Rio
Renan 6
Nei 5
Bolívar 7
Índio 6,5
Kleber 6,5
Sandro 8
Guiñazu 7
D'Alessandro 7
Andrezinho 6
(Giuliano 7)
Taison 7,5
Alecsandro 5
29-7-2010
Beira-Rio
Renan 6
Nei 5
Bolívar 7
Índio 6,5
Kleber 6,5
Sandro 8
Guiñazu 7
D'Alessandro 7
Andrezinho 6
(Giuliano 7)
Taison 7,5
Alecsandro 5
segunda-feira, julho 05, 2010
Semifinalistas da Copa
Alemanha x Espanha
Por ser a seleção que melhor futebol apresentou até agora, pode ser considerado ligeiramente favorita contra a Espanha. Os alemães jogaram bem todas suas partidas até aqui, incluindo a que perderam, muito mais por culpa de uma expulsão boba de Klose no primeiro tempo e um pênalti perdido por Podolski no segundo do que por superioridade da Sérvia. O desfalque de Thomas Muller vai pesar muito, mas não acredito que seja decisivo. Embora o substituto natural de Muller seja Trochowski, Marin e Cacau também são opções. Aliás, acho que Cacau renderia mais nesta posição de externo direito do que na de centroavante, onde fora mal contra Ghana. O quanto a ausência de Muller afetará a forma de jogar da Alemanha é pouco previsível, mas acho que poderá pesar bastante, embora não decisivamente. O setor onde a Alemanha é mais fraca é na defesa, onde Mertesacker e Friedriech não dão a mesma segurança de zagueiros de outras décadas, Neuer apresenta alguma deficiência na saída da bola alta, Lahm não tem altura para o jogo aéreo e nem Boateng nem Badstuber tem dado bom resultado na lateral esquerda. Pode-se esperar de tudo desta partida, em termos de resultado, mas minha aposta é na Alemanha.
Embora não tenha brilhado ainda, não acho que a Fúria esteja jogando mal. Depois de não conseguir marcar contra a Suíça, os espanhóis venceram todas as partidas jogando da mesma forma e com o placar mínimo necessário, independentemente do estilo de jogo e força do adversário. A Alemanha será um rival com forma de jogo bem diferente dos anteriores, que talvez permita à Espanha mais profundidade, mas que também exigirá muito mais da defesa espanhola. Defesa que, ao meu ver, não é boa, principalmente com o apenas esforçado Puyol no centro dela. El Niño Torres, em péssima fase (mas o acho muito supervalorizado), acaba atrasando o tempo em que o melhor futebol da Espanha surge nos jogos, sempre após sua substituição. Acho que crescem as chances da Espanha se Torres começar no banco.
Uruguai x Holanda
Assim como a Espanha, Holanda não vem sendo brilhante mas vem ganhando sempre por um placar justo, sempre com Sneijder sendo destaque, com muito trabalho de bola e poucos gols. Um pouco semelhante a como vem jogando a Espanha, embora com menos "toque-toque". Não acho que a Holanda tenha sido superior ao Brasil "na bola". Perdeu feio o primeiro tempo e ganhou o segundo mais por circunstâncias e melhor estado anínimico do que propriamente com uma exibição técnica destacadamente melhor. Da mesma forma como Alemanha e Espanha, a defesa é o setor mais fraco, mas antes do primeiro tempo contra o Brasil, essa deficiência não havia se manifestado claramente. Um Uruguai bem postado atrás e contra-atacando com seus ótimos avantes, poderia representar um risco grande à Holanda. Porém, Suárez está suspenso e Lodeiro, que poderia ser uma opção (com Forlán mais adiantado), está fora por contusão. Não bastasse isso, o lateral-esquedo Fucile também está suspenso e a dupla de zaga titular está com problemas de ordem clínica e não se sabe em que condições estarão. Com tantos desfalques e problemas, o Uruguai se enfraquece demais e, para uma seleção que tem jogado no limite de suas possibilidades técnicas e táticas, isso pode ser decisivo. Acho que passa a Holanda
Seleção da Copa (por rodada, fase e geral)
critérios de ponderação da seleção geral: 1ª fase e oitavas, peso 1; quartas e semi, peso 2; finais, peso 3
Por ser a seleção que melhor futebol apresentou até agora, pode ser considerado ligeiramente favorita contra a Espanha. Os alemães jogaram bem todas suas partidas até aqui, incluindo a que perderam, muito mais por culpa de uma expulsão boba de Klose no primeiro tempo e um pênalti perdido por Podolski no segundo do que por superioridade da Sérvia. O desfalque de Thomas Muller vai pesar muito, mas não acredito que seja decisivo. Embora o substituto natural de Muller seja Trochowski, Marin e Cacau também são opções. Aliás, acho que Cacau renderia mais nesta posição de externo direito do que na de centroavante, onde fora mal contra Ghana. O quanto a ausência de Muller afetará a forma de jogar da Alemanha é pouco previsível, mas acho que poderá pesar bastante, embora não decisivamente. O setor onde a Alemanha é mais fraca é na defesa, onde Mertesacker e Friedriech não dão a mesma segurança de zagueiros de outras décadas, Neuer apresenta alguma deficiência na saída da bola alta, Lahm não tem altura para o jogo aéreo e nem Boateng nem Badstuber tem dado bom resultado na lateral esquerda. Pode-se esperar de tudo desta partida, em termos de resultado, mas minha aposta é na Alemanha.
Embora não tenha brilhado ainda, não acho que a Fúria esteja jogando mal. Depois de não conseguir marcar contra a Suíça, os espanhóis venceram todas as partidas jogando da mesma forma e com o placar mínimo necessário, independentemente do estilo de jogo e força do adversário. A Alemanha será um rival com forma de jogo bem diferente dos anteriores, que talvez permita à Espanha mais profundidade, mas que também exigirá muito mais da defesa espanhola. Defesa que, ao meu ver, não é boa, principalmente com o apenas esforçado Puyol no centro dela. El Niño Torres, em péssima fase (mas o acho muito supervalorizado), acaba atrasando o tempo em que o melhor futebol da Espanha surge nos jogos, sempre após sua substituição. Acho que crescem as chances da Espanha se Torres começar no banco.
Uruguai x Holanda
Assim como a Espanha, Holanda não vem sendo brilhante mas vem ganhando sempre por um placar justo, sempre com Sneijder sendo destaque, com muito trabalho de bola e poucos gols. Um pouco semelhante a como vem jogando a Espanha, embora com menos "toque-toque". Não acho que a Holanda tenha sido superior ao Brasil "na bola". Perdeu feio o primeiro tempo e ganhou o segundo mais por circunstâncias e melhor estado anínimico do que propriamente com uma exibição técnica destacadamente melhor. Da mesma forma como Alemanha e Espanha, a defesa é o setor mais fraco, mas antes do primeiro tempo contra o Brasil, essa deficiência não havia se manifestado claramente. Um Uruguai bem postado atrás e contra-atacando com seus ótimos avantes, poderia representar um risco grande à Holanda. Porém, Suárez está suspenso e Lodeiro, que poderia ser uma opção (com Forlán mais adiantado), está fora por contusão. Não bastasse isso, o lateral-esquedo Fucile também está suspenso e a dupla de zaga titular está com problemas de ordem clínica e não se sabe em que condições estarão. Com tantos desfalques e problemas, o Uruguai se enfraquece demais e, para uma seleção que tem jogado no limite de suas possibilidades técnicas e táticas, isso pode ser decisivo. Acho que passa a Holanda
Seleção da Copa (por rodada, fase e geral)
critérios de ponderação da seleção geral: 1ª fase e oitavas, peso 1; quartas e semi, peso 2; finais, peso 3
sábado, julho 03, 2010
A desclassificação do Brasil na Copa 2010
Minhas impressões, esquematicamente colocas, por preguiça de fazer um texto:
1) Brasil fez um bom primeiro tempo e a Holanda melhorou um pouco no início do segundo. Mas, mesmo assim, "achou" um gol num lance circunstancial de falha do melhor goleiro do mundo. Somente depois desse gol, que motivou a Holanda e desconcentrou o Brasil, é que os tulipanos nos foram superiores e, ainda assim, não a ponto de tornar uma injustiça um possível placar de 1-1 até o final da partida. Julio Cesar praticamente não fez defesas. A Holanda só levou perigo pela posse de bola próxima da nossa área e pelos dois cruzamentos que resultaram em gols. Somente após a expulsão, no desespero de um Brasil com 10 é que a laranja mecânica conseguiu justificar a vitória com oportunidades de gol.
2) A expulsão de Felipe Melo era previsível há seis meses e justificaria que Dunga sequer levasse o jogador à Copa. Mas se o seu desempenho em campo foi o melhor dentre todos os que ocuparam a camisa 5 em 3 anos e meio de trabalho e se o treinador tinha a esperança de conseguir manter os nervos do jogador calmos durante o mundial, deve-se respeitar sua decisão. Ainda que, ao meu ver, errada, antes, durante e depois da eliminação. De salientar que Felipe Melo foi mesmo o personagem do jogo: uma bela assitência para gol de Robinho, um gol contra, um erro de marcação sobre o cabeceador do segundo gol e uma expulsão.
3) Porém, a desclassificação do Brasil não se deu pela expulsão de Felipe Melo. Quando isso ocorreu, a seleção já havia sofrido a virada. O que a tola expulsão prejudicou foram as chances de empatar o jogo nos 20 minutos que faltavam. Ninguém garante que aconteceria, pois o Brasil já estava mal animicamente.
4) Sempre (ou quase) após uma derrota da seleção, muitos dizem que faltou raça, que o time não correu, que os jogadores são mercenários, que não houve indignação, que são sangue frios, etc., etc. Não houve nada disso. O time correu, brigou, suou a camisa. Pode ter corrido errado, perdido após tomar gos gols, mas diria que em termos de "sangue quente", até passou do ponto. Não foi apenas Felipe Melo que demonstrou destempero durante o jogo.
5) O trabalho de Dunga foi bom e vencedor, até perder pra Holanda. Mas como perdeu o jogo mais importante, não se pode de forma alguma dizer que teve sucesso. Por outro lado, seria bom que se reconhecesse que ele montou um bom time, ainda que não brilhante, e que sua unica derrota importante foi num dia em que venceu convincentemente seu adversário por 2/3 da partida e levou uma virada por circunstâncias do futebol.
6) Fico me perguntando se Kaká estivesse em plena forma e Elano em campo (para mim, sempre fui peça fundametal) se não teríamos massacrado a Holanda naquele primeiro tempo de ontem. As lesões de Kaká e Elano não sao culpa de Dunga. Talvez seja, a falta de substitutos à altura. Mas não me pergunto, nem um pouco, se também poderiamos ter batido a Holanda com Ronaldinho Gaúcho e Adriano. Fizemos ainda pior em 2006, com eles. E os últimos quatro anos mostraram que não estariam aptos para fazer diferença em 2010. Neymar? Bem, daí não teríamos tido Robinho em campo. Ganso? Ahhhhhh, esse sim, minha melhor opção (ou única) como candidato a substituto de Kaká. Mas que ninguem sabe como se comportaria com a camisa da seleção. No mundial sub-20, em 2009, não fez a diferença. Alguém mais? Certamente não há.
7) Dunga foi e continua sendo "acusado" pela imprensa de ter errado em montar um grupo de jogadores que não eram os melhores, mas que se encaixavam na "família Dunga". Infelizmente, poucos comentaristas e torcedores conseguem entender que a montagem de uma seleção é muito mais complexa do que reunir jogadores pelo mérito do momento. Basta dar uma olhada nas "seleções dos melhores" que órgãos de impresa fazem ou promovem a cada campeonato para ver que, embora possa ser justas ao premiar os destaques individuais, raramente se constituem de um time que possa ser escalado de forma equilibrada. Para sair da teorização subjetiva sobre esse ponto, basta olhar para a seleção alemã de Joachim Loew: se o desempenho dos jogadores no campeonato alemão fosse o principal critério de convocação, Klose e Podolski, que juntos fizeram apenas 5 gols, jamais seriam convocados po 90% dos comentaristas brasileiros. Em tempo, a imprensa alemã questinou muito Joachim Loew por não ter levado Kevin Kuaranyi, o alemão com o segundo maior número de gols marcados na Bundesliga. Como dizem na Italia, "tutto il mondo é paese" (tradução livre: é a mesma coisa em todo lugar).
8) Aliás o time do melhor do mundo e dos 1800 atacantes fenomenais, a seleção que escalava os melhores e representava a fina flor do futebol bailarino sul-americano, levou uma sova dos "duros de cintura", "previsíveis" e "defensivistas" alemães. Quantos chavões. Mas há de se fazer justiça: uns 20% da imprensa brasileira sabe que os alemães não são nada disso e quase toda reconheceu, depois da copa começada, que a Alemanha tem um time ofensivo esse ano. O problema é se supreender com isso, pois os comentários deles mesmo nas copas de 2002 e 2006 foi bem semelhante. Não vou nem falar da Alemanha campeã em 90, cujo jogador mais recuado no meio de campo era o craque Lothar Matthaus, jogador de vários gols e assistências. O que ocorre é que prevalece o chavão sobre a memória.
8) A mesma imprensa que reclamava de um pretenso defensivismo (nunca vi a Seleçao retrancada) e do excesso de volantes do time do Dunga (eram só dois, e um deles com o defeito único de ser destemperado), hoje comentou que um time com um só marcador no meio de campo (Mascherano) só podia tomar quatro da Alemanha. Santa Incoerência, Batman !!!!
1) Brasil fez um bom primeiro tempo e a Holanda melhorou um pouco no início do segundo. Mas, mesmo assim, "achou" um gol num lance circunstancial de falha do melhor goleiro do mundo. Somente depois desse gol, que motivou a Holanda e desconcentrou o Brasil, é que os tulipanos nos foram superiores e, ainda assim, não a ponto de tornar uma injustiça um possível placar de 1-1 até o final da partida. Julio Cesar praticamente não fez defesas. A Holanda só levou perigo pela posse de bola próxima da nossa área e pelos dois cruzamentos que resultaram em gols. Somente após a expulsão, no desespero de um Brasil com 10 é que a laranja mecânica conseguiu justificar a vitória com oportunidades de gol.
2) A expulsão de Felipe Melo era previsível há seis meses e justificaria que Dunga sequer levasse o jogador à Copa. Mas se o seu desempenho em campo foi o melhor dentre todos os que ocuparam a camisa 5 em 3 anos e meio de trabalho e se o treinador tinha a esperança de conseguir manter os nervos do jogador calmos durante o mundial, deve-se respeitar sua decisão. Ainda que, ao meu ver, errada, antes, durante e depois da eliminação. De salientar que Felipe Melo foi mesmo o personagem do jogo: uma bela assitência para gol de Robinho, um gol contra, um erro de marcação sobre o cabeceador do segundo gol e uma expulsão.
3) Porém, a desclassificação do Brasil não se deu pela expulsão de Felipe Melo. Quando isso ocorreu, a seleção já havia sofrido a virada. O que a tola expulsão prejudicou foram as chances de empatar o jogo nos 20 minutos que faltavam. Ninguém garante que aconteceria, pois o Brasil já estava mal animicamente.
4) Sempre (ou quase) após uma derrota da seleção, muitos dizem que faltou raça, que o time não correu, que os jogadores são mercenários, que não houve indignação, que são sangue frios, etc., etc. Não houve nada disso. O time correu, brigou, suou a camisa. Pode ter corrido errado, perdido após tomar gos gols, mas diria que em termos de "sangue quente", até passou do ponto. Não foi apenas Felipe Melo que demonstrou destempero durante o jogo.
5) O trabalho de Dunga foi bom e vencedor, até perder pra Holanda. Mas como perdeu o jogo mais importante, não se pode de forma alguma dizer que teve sucesso. Por outro lado, seria bom que se reconhecesse que ele montou um bom time, ainda que não brilhante, e que sua unica derrota importante foi num dia em que venceu convincentemente seu adversário por 2/3 da partida e levou uma virada por circunstâncias do futebol.
6) Fico me perguntando se Kaká estivesse em plena forma e Elano em campo (para mim, sempre fui peça fundametal) se não teríamos massacrado a Holanda naquele primeiro tempo de ontem. As lesões de Kaká e Elano não sao culpa de Dunga. Talvez seja, a falta de substitutos à altura. Mas não me pergunto, nem um pouco, se também poderiamos ter batido a Holanda com Ronaldinho Gaúcho e Adriano. Fizemos ainda pior em 2006, com eles. E os últimos quatro anos mostraram que não estariam aptos para fazer diferença em 2010. Neymar? Bem, daí não teríamos tido Robinho em campo. Ganso? Ahhhhhh, esse sim, minha melhor opção (ou única) como candidato a substituto de Kaká. Mas que ninguem sabe como se comportaria com a camisa da seleção. No mundial sub-20, em 2009, não fez a diferença. Alguém mais? Certamente não há.
7) Dunga foi e continua sendo "acusado" pela imprensa de ter errado em montar um grupo de jogadores que não eram os melhores, mas que se encaixavam na "família Dunga". Infelizmente, poucos comentaristas e torcedores conseguem entender que a montagem de uma seleção é muito mais complexa do que reunir jogadores pelo mérito do momento. Basta dar uma olhada nas "seleções dos melhores" que órgãos de impresa fazem ou promovem a cada campeonato para ver que, embora possa ser justas ao premiar os destaques individuais, raramente se constituem de um time que possa ser escalado de forma equilibrada. Para sair da teorização subjetiva sobre esse ponto, basta olhar para a seleção alemã de Joachim Loew: se o desempenho dos jogadores no campeonato alemão fosse o principal critério de convocação, Klose e Podolski, que juntos fizeram apenas 5 gols, jamais seriam convocados po 90% dos comentaristas brasileiros. Em tempo, a imprensa alemã questinou muito Joachim Loew por não ter levado Kevin Kuaranyi, o alemão com o segundo maior número de gols marcados na Bundesliga. Como dizem na Italia, "tutto il mondo é paese" (tradução livre: é a mesma coisa em todo lugar).
8) Aliás o time do melhor do mundo e dos 1800 atacantes fenomenais, a seleção que escalava os melhores e representava a fina flor do futebol bailarino sul-americano, levou uma sova dos "duros de cintura", "previsíveis" e "defensivistas" alemães. Quantos chavões. Mas há de se fazer justiça: uns 20% da imprensa brasileira sabe que os alemães não são nada disso e quase toda reconheceu, depois da copa começada, que a Alemanha tem um time ofensivo esse ano. O problema é se supreender com isso, pois os comentários deles mesmo nas copas de 2002 e 2006 foi bem semelhante. Não vou nem falar da Alemanha campeã em 90, cujo jogador mais recuado no meio de campo era o craque Lothar Matthaus, jogador de vários gols e assistências. O que ocorre é que prevalece o chavão sobre a memória.
8) A mesma imprensa que reclamava de um pretenso defensivismo (nunca vi a Seleçao retrancada) e do excesso de volantes do time do Dunga (eram só dois, e um deles com o defeito único de ser destemperado), hoje comentou que um time com um só marcador no meio de campo (Mascherano) só podia tomar quatro da Alemanha. Santa Incoerência, Batman !!!!
sexta-feira, junho 11, 2010
Copa do Mundo 2010: análise do grupo H
Espanha: o excesso de badalação pode prejuducar, como ocorreu com o Brasil da última Copa. O fracasso na Copa das Confederações talvez seja parcialmente explicado por isso, mas também creio que a Furia não é assim tão impressionante e que, como todo campeão, contou com boa dose de sorte, além da competência, no título europeu de 2008. Mas, claro, do meio para a frente tem um grupo excepcional, em que me agradam muito Villa, Xavi e Iniesta, além do reserva Fábregas. Na Euro 2008, a sempre pouco confiável defesa até que foi bem na atuação coletiva, minimizando a baixa qualidade técnica, especialmente do apenas apenas esforçado Puyol. Máximo: campeã. Mínimo: oitavas-de-final. Aposta: finalista.
Chile: o esquema 3-4-3 sem alas nem laterais (supreendente, mas não inédito, vide Ajax 95) adotado por "El Loco" Bielsa parece ter sido a grande arma chilena para a ótima campanha nas eliminatórias. É um time ofensivo e rápido, que usa muito os flancos em profundidade mas que alimenta muito o bom centroavante Suazo pelo meio, graças ao volume de jogo e aos passes precisos de Mati Fernández. Contudo, as loucuras de Bielsa não conseguem mascarar dois notórios defeitos dos chilenos: o excesso de pancadaria no meio campo e a baixa estatura da defesa, desprovida de um zagueirão como Figueroa há praticamente 30 anos. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Suíça: embora tendo saído da Copa de 2006 com a incrível marca de zero gols sofridos em quatro jogos, a lentidão e a pouca qualidade de seus defensores não gera expectativas de que consigam passar perto de repetir o feito em 2010, quando enfrentarão equipes rápidas e técnicas como Espanha e Chile. O super laureado Ottmar Hitfeld monta sua equipe de forma semelhante à da última Copa, compacta e bem articulada, e conta com a mesma base de então. Mesmo assim, afora Barnetta, é um time desprovido de pensadores e que tem pouquíssimo poder ofensivo. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: quarta do grupo. Aposta: terceiro do grupo
Honduras: nunca se pode esperar muito do terceiro colocado da Concacaf, especialmente quando esse nao é a Costa Rica, mas com alguns jogadores bons atuando nos principais campeonatos europeus (Palacios, León e Suazo) e com um passado de supresas (empate com Espanha em 82 e vitória contra o Brasil numa Copa América), o simpático time hondurenho pode ser candidato a zebrinha dentre o clube dos primos pobres da Copa. Máximo: terceira do grupo. Mínimo: quarta do grupo. Aposta: quarta do grupo
Chile: o esquema 3-4-3 sem alas nem laterais (supreendente, mas não inédito, vide Ajax 95) adotado por "El Loco" Bielsa parece ter sido a grande arma chilena para a ótima campanha nas eliminatórias. É um time ofensivo e rápido, que usa muito os flancos em profundidade mas que alimenta muito o bom centroavante Suazo pelo meio, graças ao volume de jogo e aos passes precisos de Mati Fernández. Contudo, as loucuras de Bielsa não conseguem mascarar dois notórios defeitos dos chilenos: o excesso de pancadaria no meio campo e a baixa estatura da defesa, desprovida de um zagueirão como Figueroa há praticamente 30 anos. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Suíça: embora tendo saído da Copa de 2006 com a incrível marca de zero gols sofridos em quatro jogos, a lentidão e a pouca qualidade de seus defensores não gera expectativas de que consigam passar perto de repetir o feito em 2010, quando enfrentarão equipes rápidas e técnicas como Espanha e Chile. O super laureado Ottmar Hitfeld monta sua equipe de forma semelhante à da última Copa, compacta e bem articulada, e conta com a mesma base de então. Mesmo assim, afora Barnetta, é um time desprovido de pensadores e que tem pouquíssimo poder ofensivo. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: quarta do grupo. Aposta: terceiro do grupo
Honduras: nunca se pode esperar muito do terceiro colocado da Concacaf, especialmente quando esse nao é a Costa Rica, mas com alguns jogadores bons atuando nos principais campeonatos europeus (Palacios, León e Suazo) e com um passado de supresas (empate com Espanha em 82 e vitória contra o Brasil numa Copa América), o simpático time hondurenho pode ser candidato a zebrinha dentre o clube dos primos pobres da Copa. Máximo: terceira do grupo. Mínimo: quarta do grupo. Aposta: quarta do grupo
Copa do Mundo 2010: análise do grupo G
Brasil: mesmo que eu possa questionar pontos como a ausência de Ganso como alternativa a Kaká ou a convocação de Grafite ao invés de Fred ou Pato, é inegável que Dunga conseguiu, nestes quatro anos, montar uma equipe vencedora, organizada, séria e motivada. Claro que, tudo terá sido em vão se não atuar bem na Copa do Mundo, mas as expectativas teriam tudo para ser muito boas. Porém, vejo alguns problemas graves: a forma física preocupante de Kaká, Luis Fabiano, Juan e talvez outros, desgastados da dura temporada européia, a péssima fase técnica de Felipe Mello, já nao bastasse sua perigosa falta de equilíbrio emocional, e as fracas opções disponíveis para a lateral esquerda. O grupo não é simples, pois se os potenciais de Portugal e Costa do Marfim se manifestassem plenamente, ambos os jogos seriam duríssimos. Por outro lado, se a seleção estiver bem preparada fisicamente, com Kaká em condições de dar seu máximo, pelas já citadas qualidades, somadas ao grande poder de contra-ataque e à formidável eficiência da bola parada, o Brasil é o principal candidato ao caneco. Máximo: campeã. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: finalista.
Portugal: por conta da sofrida campanha nas eliminatórias, do declínio de jogadores como Deco e da temporada pouco brilhante de Cristiano Ronaldo, pouco está se falando e se esperando dos lusos. Mas ainda possuem um bom grupo de jogadores e um treinador de reconhecida competência. O corte do contundido Nani, que fez grande temporada pelo Manchester, será muito sentido, mas na equipe titular deverá ser bem substituto por Danny, astro maior do campeonato russo. Se o time "encaixar" e C. Ronaldo desequilibrar, podem ir longe. Máximo: semifinal. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Costa do Marfim: por qualidade do elenco e experiência internacional, seria disparadamente a melhor equipe do continente africano, mas até hoje essa geração frustou todas as expecativas do público nas principais competições. Há quem diga que o grande problema é o excesso de egocentrismo e as divergências no grupo de jogadores, mas também há influência negativas de fracos comando técnicos. O que parece ser o caso, novamente, pois, de última hora, resolveram apostar no batidíssimo e ultrapassado Sven Goran Eriksson. A contusão de Drogba agrava ainda mais o quadro. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Coréia do Norte: disputa com Nova Zelândia, Honduras, Japão e Argélia o título de pior equipe da Copa. Devem fazer uma retranca e apostar na velocidade e poder de definição do bom Jong Tae-Se nos contra-ataques e bolas paradas. Máximo: lanterna do grupo. Mínimo: tlanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
Portugal: por conta da sofrida campanha nas eliminatórias, do declínio de jogadores como Deco e da temporada pouco brilhante de Cristiano Ronaldo, pouco está se falando e se esperando dos lusos. Mas ainda possuem um bom grupo de jogadores e um treinador de reconhecida competência. O corte do contundido Nani, que fez grande temporada pelo Manchester, será muito sentido, mas na equipe titular deverá ser bem substituto por Danny, astro maior do campeonato russo. Se o time "encaixar" e C. Ronaldo desequilibrar, podem ir longe. Máximo: semifinal. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Costa do Marfim: por qualidade do elenco e experiência internacional, seria disparadamente a melhor equipe do continente africano, mas até hoje essa geração frustou todas as expecativas do público nas principais competições. Há quem diga que o grande problema é o excesso de egocentrismo e as divergências no grupo de jogadores, mas também há influência negativas de fracos comando técnicos. O que parece ser o caso, novamente, pois, de última hora, resolveram apostar no batidíssimo e ultrapassado Sven Goran Eriksson. A contusão de Drogba agrava ainda mais o quadro. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceiro do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Coréia do Norte: disputa com Nova Zelândia, Honduras, Japão e Argélia o título de pior equipe da Copa. Devem fazer uma retranca e apostar na velocidade e poder de definição do bom Jong Tae-Se nos contra-ataques e bolas paradas. Máximo: lanterna do grupo. Mínimo: tlanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
quinta-feira, junho 10, 2010
Copa do Mundo 2010: análise do grupo F
Itália: se Dunga é cobrado por Neymar e Ganso, jovens sem experiência de seleção e com um real potencial ainda não sabido, imagine-se Lippi, que deixou em casa os já tarimbados e em grande fase Cassano, Miccoli e Totti. Se, ao menos a Italia tivesse Luis Fabiano e Kaká ou se apresentasse resultados como os conseguidos pela seleção de Dunga, seria mais fácil de compreender os critérios do treinador campeão mundial de 2006. Tudo bem que a Itália tem um histórico de começar mal e engrenar durante a copa e que, às vésperas da Copa de 2006, as desconfianças eram as mesmas, mas a atual squadra azzurra vem mostrando tão pouca condição física, técnica e tática, que só por milagre um "Lippi cairá duas vezes no mesmo lugar". Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: quartas-de-final.
Paraguai: apesar de uma queda no final das eliminatórias e de uma campanha de amistosos pouco empolgante, esta equipe paraguaia apresenta um jogo bem organizado pelo treinador Tata Martino e tem um bom elenco, especialmente no ataque. Mesmo perdendo o "gordito" Cabañas e talvez Cardozo, Santa Cruz, Haedo e especialmente Lucas Barrios devem dar conta do recado. O sistema defensivo não conta com a classe de Gamarra e a eficiência de Ayala, mas é razoavelmente boa. Fica em aberto o rendimento da meia-cancha, onde sobra determinação e falta criatividade. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final.
Eslováquia: pelos resultados inexpressivos após o desmebramento da Tchecoeslováquia e pelo elenco pouco conhecido do primeiro mundo do futebol, os eslovacos foram a grande supresa das eliminatórias européias. Fogem à essa regra apenas o excelente meia Hamsik (Napoli) e o bom zagueiro Skrtel (Liverpool), especialmente após a contusão do veterano Karhan (futebol alemão). Dizem ser um time bem montado e voluntarioso, mas não acredito que tenha vida longa na Copa. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: terceira do grupo.
Nova Zelândia: apesar do esquema 4-3-3 adotado nos amistosos preparatórios, é um time que entra em campo para se defender. Tem nível técnico talvez superior apenas ao da Coréia do Norte e a grande maioria de seus jogadores atua na própria oceania ou no submundo do futebol europeu. Será lanterna do grupo, mas tem potencial para vender caro as derrotas e, talvez, conseguir algum empate heróico. Máximo: lanterna do grupo. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
Paraguai: apesar de uma queda no final das eliminatórias e de uma campanha de amistosos pouco empolgante, esta equipe paraguaia apresenta um jogo bem organizado pelo treinador Tata Martino e tem um bom elenco, especialmente no ataque. Mesmo perdendo o "gordito" Cabañas e talvez Cardozo, Santa Cruz, Haedo e especialmente Lucas Barrios devem dar conta do recado. O sistema defensivo não conta com a classe de Gamarra e a eficiência de Ayala, mas é razoavelmente boa. Fica em aberto o rendimento da meia-cancha, onde sobra determinação e falta criatividade. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final.
Eslováquia: pelos resultados inexpressivos após o desmebramento da Tchecoeslováquia e pelo elenco pouco conhecido do primeiro mundo do futebol, os eslovacos foram a grande supresa das eliminatórias européias. Fogem à essa regra apenas o excelente meia Hamsik (Napoli) e o bom zagueiro Skrtel (Liverpool), especialmente após a contusão do veterano Karhan (futebol alemão). Dizem ser um time bem montado e voluntarioso, mas não acredito que tenha vida longa na Copa. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: terceira do grupo.
Nova Zelândia: apesar do esquema 4-3-3 adotado nos amistosos preparatórios, é um time que entra em campo para se defender. Tem nível técnico talvez superior apenas ao da Coréia do Norte e a grande maioria de seus jogadores atua na própria oceania ou no submundo do futebol europeu. Será lanterna do grupo, mas tem potencial para vender caro as derrotas e, talvez, conseguir algum empate heróico. Máximo: lanterna do grupo. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
Copa do Mundo 2010: análise do grupo E
Holanda: a nova versão da laranja mecânica não é um carrossel e não tem Cruijff, mas é um time técnico e muito veloz, além de contar com Sneijder e Robben em grande fase. idade favorita disparada do grupo, dificilmente deixará de ser a primeira colocada. A partir daí, vai precisar mostrar mais consistência defensiva e regularidade de desempenho do que na Euro 2008, quando após encantar na primeira fase, nas quartas-de-final tropeçou feio na Rússia E, se a lógica prevalecer, os tulipanos pegam o Brasil, seu velho carrasco em 94 e 98, justamente nas quarta. Máximo: campeã. Mínimo: oitavas-de-final. Aposta: quartas-de-final.
Dinamarca: mescla de muitos bons veteranos da Copa 2002 e de uma nova geração não mais do que razoável, é bem mais quadrada e previsível do que a Dinamáquina de 86, da qual restou somente o ex-zagueiro e hoje treinador Morten Olsen. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final.
Camarões: apesar de um treinador mais confiável do que os das copas anteriores, os Leões Indomáveis fizeram uma Copa das Nações muito fraca e não convenceram nos amistosos. A exemplo da Dinamarca, a velha geração em declínio não vem bem acompanhada por uma nova à altura. Mas, Samuel Eto'o ainda merece respeito. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo.
Japão: pouco poder ofensivo, Nakamura em má fase, dupla de zaga estabanada. Olho no bom meia-atacante Honda. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
Dinamarca: mescla de muitos bons veteranos da Copa 2002 e de uma nova geração não mais do que razoável, é bem mais quadrada e previsível do que a Dinamáquina de 86, da qual restou somente o ex-zagueiro e hoje treinador Morten Olsen. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final.
Camarões: apesar de um treinador mais confiável do que os das copas anteriores, os Leões Indomáveis fizeram uma Copa das Nações muito fraca e não convenceram nos amistosos. A exemplo da Dinamarca, a velha geração em declínio não vem bem acompanhada por uma nova à altura. Mas, Samuel Eto'o ainda merece respeito. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo.
Japão: pouco poder ofensivo, Nakamura em má fase, dupla de zaga estabanada. Olho no bom meia-atacante Honda. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo.
Copa do Mundo 2010: análise do grupo D
Alemanha: deve vencer um grupo em que os outros três partem muito equilibrados entre si quanto às expectativas. Sem capitão Ballack, machucado, perde qualidade e experiência, mas segundo as más líguas, ganha em ambiente e coletividade. Alemanha é sempre Alemanha, mas para ir além da segunda fase, precisa resolver a má fase de Klose e achar o substituto certo de Ballack. Olho no baixinho reserva Marin, que pode ser o ás na manga de Joachim Loev. Máximo: semifinal. Mínimo: oitavas-de-final. Aposta: quartas-de-final.
Sérvia: tecnicamente é o melhor time dos três concorrentes à segunda vaga do grupo. Fez uma ótima campanha nas eliminatórias em tem opções de banco tão boas quanto os titulares. Porém, foi com essa mesma expectativa para a copa da Alemanha e voltou para os balcãs com três derrotas e a pior defesa do torneio. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Ghana: sem o contundido Essien, perde metade de sua força. Foi assim em 2006, quando após uma boa primeira fase, perdeu Essien por cartões e tomou três do Brasil. Como todo time da África Negra, mas ao contrário do que a imprensa brasileira sempre imagina dos africanos, vai dependee muito de estar com bom condicionamento físico para vencer. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Austrália: em relação ao time em que corretamente apostei passar de fase em 2006, a versão 2010 dos "Socceroos" vem sem o Mago Holandês Guus Hiddink no banco e com praticamente o mesmo time que, há quatro anos, já era de veteranos. A menos que os bons meias ofensivos Cahill e Kewell joguem como nunca, não passa da primeira fase. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
Sérvia: tecnicamente é o melhor time dos três concorrentes à segunda vaga do grupo. Fez uma ótima campanha nas eliminatórias em tem opções de banco tão boas quanto os titulares. Porém, foi com essa mesma expectativa para a copa da Alemanha e voltou para os balcãs com três derrotas e a pior defesa do torneio. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Ghana: sem o contundido Essien, perde metade de sua força. Foi assim em 2006, quando após uma boa primeira fase, perdeu Essien por cartões e tomou três do Brasil. Como todo time da África Negra, mas ao contrário do que a imprensa brasileira sempre imagina dos africanos, vai dependee muito de estar com bom condicionamento físico para vencer. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Austrália: em relação ao time em que corretamente apostei passar de fase em 2006, a versão 2010 dos "Socceroos" vem sem o Mago Holandês Guus Hiddink no banco e com praticamente o mesmo time que, há quatro anos, já era de veteranos. A menos que os bons meias ofensivos Cahill e Kewell joguem como nunca, não passa da primeira fase. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
Copa do Mundo 2010: análise do grupo C
Inglaterra: chega ao mundial como quase sempre, ou seja, cheia de jogadores badalados e com muita expectativa. Mas, ao contrário das últimas vezes, agora tem Fábio Capello, um treinador bom e vencedor. A perda do capitão Rio Ferdinand desqualifica signficativamente o sistema defensivo, mas tem time suficiente para não depender dele. Se Rooney estiver em forma (volta de contusão recente) e com cabeça tranquila (foi expulso contra Portugal em 2006) e Capello achar a escalação certa, que permita a seus grandes meio-campistas renderem à altura dos seus talentos, a Inglaterra é candidata. Máximo: campeã. Mínimo: oitavas-de-final. Aposta: semifinal
Estados Unidos: sempre é uma incognita e minha boa impressão sobre eles vem do vice-campeonato da Copa das Confederações. Costuma apresentar times muito organizados, destemidos, rápidos no contrataque, mas fracos na defesa, especialmente sob pressão. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Eslovênia: deve ser o time mais entrosado da copa, visto que qualquer esloveno sabe de cor os onze titulares, que jogam juntos há muito tempo. O grandalhão centroavante Novakovic promete gols de cabeça e em cobranças de falta. Porém, é um time de muito coletivo, foco na defesa e pouco talento. Pegou um grupo fraco nas eliminatórias, ficou atrás da Eslováquia e, na repescagem, tirou da Copa a favorita Rússia com um gol inesperado aos 43' do segundo tempo. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: terceira do grupo
Argélia: na Copa das Nações, começou levando goleada do inexpressivo Malawi, mas depois melhorou o rendimento, bateu Costa do Marfim e foi até as semifinais. Ali foi despachada com uma goleada pelo Egito, disparamente a melhor seleção africana. Porém, a Argélia vingou-se dos Faraós nois dois jogos muito tensos do desempate das Eliminatórias, conquistando uma supreendente vaga para a Copa. Tem alguns bons jogadores, como Ziani, Matmour e Belhadji, mas o ataque é fraquíssimo, defesa vaza fácil e o goleiro não inspira nenhuma confiança. Máximo: terceira do grupo. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
Estados Unidos: sempre é uma incognita e minha boa impressão sobre eles vem do vice-campeonato da Copa das Confederações. Costuma apresentar times muito organizados, destemidos, rápidos no contrataque, mas fracos na defesa, especialmente sob pressão. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: oitavas-de-final
Eslovênia: deve ser o time mais entrosado da copa, visto que qualquer esloveno sabe de cor os onze titulares, que jogam juntos há muito tempo. O grandalhão centroavante Novakovic promete gols de cabeça e em cobranças de falta. Porém, é um time de muito coletivo, foco na defesa e pouco talento. Pegou um grupo fraco nas eliminatórias, ficou atrás da Eslováquia e, na repescagem, tirou da Copa a favorita Rússia com um gol inesperado aos 43' do segundo tempo. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: terceira do grupo
Argélia: na Copa das Nações, começou levando goleada do inexpressivo Malawi, mas depois melhorou o rendimento, bateu Costa do Marfim e foi até as semifinais. Ali foi despachada com uma goleada pelo Egito, disparamente a melhor seleção africana. Porém, a Argélia vingou-se dos Faraós nois dois jogos muito tensos do desempate das Eliminatórias, conquistando uma supreendente vaga para a Copa. Tem alguns bons jogadores, como Ziani, Matmour e Belhadji, mas o ataque é fraquíssimo, defesa vaza fácil e o goleiro não inspira nenhuma confiança. Máximo: terceira do grupo. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
quarta-feira, junho 09, 2010
Copa do Mundo 2010: análise do grupo B
Argentina: é considerada pela imprensa brasileira como a equipe mais técnica do mundial e forte candidata ao título, mas na opinião dos apostadores da bolsa de londres, os favoritos são Brasil, Espanha e Inglaterra. Tem o melhor jogador do mundo, Messi, mas que não goza do mesmo prestígio entre os torcedores do próprio país. Seu treinador, Maradona, foi um gênio como jogador, mas faz um trabalho muito fraco como diretor técnico. Some-se a isso a fraca campanha nas eliminatórias e as muitas dúvidas quanto à qualidade do setor defensivo, e tem-se poucas garantias de que "los hermanos" não terão uma nova decepção com sua seleção. Máximo: campeã. Mínimo: oitavas-de-final. Aposta: quartas-de-final
Nigéria: a atual geração do futebol nigeriano é incomparavelmente inferior à da década de 90 e o próprio time atual não vem tendo bons resultados e apresentações. É verdade que está com treinador novo, mas o time é o mesmo que naufragou na Copa da Nações Africanas. Como está num grupo fraco, se pelo menos estiver fisicamente bem, pode passar por Grécia e Coréia do Sul. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: quartas-de-final
Grécia: o treinador, Otto Rehhagel, ainda é o mesmo do milagroso, inesperado e irrepetível título da Eurocopa 2004, mas de lá para cá os gregos foram um desatre em três competições (Copa das Confederações 2005 e eliminatórias para a Copa 2006 e Eurocopa 2008). O time ainda tem veteranos daquela campanha e conserva a forma de jogar baseada em retranca, contra-ataque e bola alta. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Coréia do Sul: apesar de poder ser facilmente considerada a melhor equipe asiática da Ásia (sim, isso mesmo, pois a Austrália nao é asiática mas joga na Ásia), me parece inferior ao time de 2006 e sem a vergonhosa ajuda da arbitragem de 2002 não irá mais além do que as oitavas-de-final. Mesmo assim, terá que parir duas bigornas quentes para passar por Nigéria e Grécia, que em tese tem times fisicamente mais fortes e bons na bola alta, tradicionais pontos falhos dos coreanos. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
Nigéria: a atual geração do futebol nigeriano é incomparavelmente inferior à da década de 90 e o próprio time atual não vem tendo bons resultados e apresentações. É verdade que está com treinador novo, mas o time é o mesmo que naufragou na Copa da Nações Africanas. Como está num grupo fraco, se pelo menos estiver fisicamente bem, pode passar por Grécia e Coréia do Sul. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: quartas-de-final
Grécia: o treinador, Otto Rehhagel, ainda é o mesmo do milagroso, inesperado e irrepetível título da Eurocopa 2004, mas de lá para cá os gregos foram um desatre em três competições (Copa das Confederações 2005 e eliminatórias para a Copa 2006 e Eurocopa 2008). O time ainda tem veteranos daquela campanha e conserva a forma de jogar baseada em retranca, contra-ataque e bola alta. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Coréia do Sul: apesar de poder ser facilmente considerada a melhor equipe asiática da Ásia (sim, isso mesmo, pois a Austrália nao é asiática mas joga na Ásia), me parece inferior ao time de 2006 e sem a vergonhosa ajuda da arbitragem de 2002 não irá mais além do que as oitavas-de-final. Mesmo assim, terá que parir duas bigornas quentes para passar por Nigéria e Grécia, que em tese tem times fisicamente mais fortes e bons na bola alta, tradicionais pontos falhos dos coreanos. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
segunda-feira, junho 07, 2010
Copa do Mundo 2010: análise do grupo A
Africa do Sul: seria a seleção mais fraca e maior candidata a eliminação, mas time da casa sempre tem clamorosos favorecimentos da arbitragem, além de contar com a força da torcida e da "magia" que toma conta do país-sede. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: oitavas-de-final
França: tem um time experiente, mas envelhecido, um treinador confuso e uma prolongada série de más atuações consecutivas, que engloba uma péssima Euro 2008 e uma fraca campanha nas eliminatórias. Pelo elenco que tem, pode ser que "se encontre" durante a primeira fase e tome corpo para avançar, mas acho pouco provável. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
México: seleção que chega animada e prometendo futebol rápido, técnico e ofensivo, com um trio de promessas no ataque (Giovani dos Santos, Vela e "Chicharito" Hernández), mas que tem problemas históricos de fragilidade defensiva, baixa estatura e pouca força física. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Uruguai: aparentemente, vem com a seleção melhor montada e em melhor forma dos últimos tempos, em que se pode destacar tanto as virtudes dfensivas quanto a qualidade dos atacantes. Não deve ser um time tão criativo na meia-cancha, mas se conseguir ser combativo e organizado, sem apelar para a violência e destempero, pode se tornar eficiente e vencer o grupo mais equilibrado da copa, embora relativamente fraco. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: quartas-de-final
Palpite: passam Uruguai e Africa do Sul
França: tem um time experiente, mas envelhecido, um treinador confuso e uma prolongada série de más atuações consecutivas, que engloba uma péssima Euro 2008 e uma fraca campanha nas eliminatórias. Pelo elenco que tem, pode ser que "se encontre" durante a primeira fase e tome corpo para avançar, mas acho pouco provável. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: lanterna do grupo
México: seleção que chega animada e prometendo futebol rápido, técnico e ofensivo, com um trio de promessas no ataque (Giovani dos Santos, Vela e "Chicharito" Hernández), mas que tem problemas históricos de fragilidade defensiva, baixa estatura e pouca força física. Máximo: oitavas-de-final. Mínimo: lanterna do grupo. Aposta: terceira do grupo
Uruguai: aparentemente, vem com a seleção melhor montada e em melhor forma dos últimos tempos, em que se pode destacar tanto as virtudes dfensivas quanto a qualidade dos atacantes. Não deve ser um time tão criativo na meia-cancha, mas se conseguir ser combativo e organizado, sem apelar para a violência e destempero, pode se tornar eficiente e vencer o grupo mais equilibrado da copa, embora relativamente fraco. Máximo: quartas-de-final. Mínimo: terceira do grupo. Aposta: quartas-de-final
Palpite: passam Uruguai e Africa do Sul
Brasileirão 2010: Inter x Palmeiras 1-1
7a. rodada
Beira-Rio, 6 de junho de 2010
gol: Giuliano
Lauro 6
Glaydson 4,5
(Andrezinho 6)
Bolívar 6
Sorondo 6
(Fabiano Eller 6)
Kleber 5,5
Sandro 6
Guiñazú 7
Giuliano 6,5
D'Alessandro 6,5
Walter 5,5
Alecsandro 5
(Taison 5,5)
Beira-Rio, 6 de junho de 2010
gol: Giuliano
Lauro 6
Glaydson 4,5
(Andrezinho 6)
Bolívar 6
Sorondo 6
(Fabiano Eller 6)
Kleber 5,5
Sandro 6
Guiñazú 7
Giuliano 6,5
D'Alessandro 6,5
Walter 5,5
Alecsandro 5
(Taison 5,5)
quinta-feira, junho 03, 2010
Brasileirão 2010: Corinthians x Inter 2-0
6a. rodada
Pacaembu, 3 de junho de 2010
Lauro 6
Glaydson 5
Bolívar 6
Sorondo 6
Kléber 4,5
Sandro 6
Guiñazú 7
Giuliano 5,5
Andrezinho 6
(Taison 5,5)
Alecsandro 5
(Edu sn)
Walter 5
(Thiago Humberto sn)
Pacaembu, 3 de junho de 2010
Lauro 6
Glaydson 5
Bolívar 6
Sorondo 6
Kléber 4,5
Sandro 6
Guiñazú 7
Giuliano 5,5
Andrezinho 6
(Taison 5,5)
Alecsandro 5
(Edu sn)
Walter 5
(Thiago Humberto sn)
domingo, maio 30, 2010
Brasileirão 2010: Inter x Atletico-PR 4-1
5a. rodada
Beira-Rio, 30 de maio de 2010
gols: Alecsandro, Sorondo, Andrezinho, Alecsandro
Lauro 6 - pouquíssimas intervenções, mas muito mais seguro do que Abbondanzieri (poupado para recondicionamento técnico) no jogo com os pés.
Glaydson 5 - pouco exigido da defesa, foi mal no apoio, com muitos erros de passes e nenhuma profundidade
Bolívar 6,5 - atuação firme, tranquila e com um brilho ofensivo na cabeçada que assitiu ao gol de Sorondo
Sorondo 6,5 - mesma avaliação do companheiro de setor
Kléber 5,5 - não errou, apoiou mais do que no jogo anterior, mas ainda sem profundidade e com muita displicência.
Sandro 6 - discreto, sem erros, bem na marcação.
(Wilson Mathias sn)
Guinãzú 7 - o de sempre: roubadas de bola, bons passes curtos e movimentação; caiu bastante pela esquerda do ataque, de onde começou a jogada do terceiro gol.
Giuliano 5,5 - errou muito mais do que acertou, mas não se omitiu do jogo
(Thiago Humberto sn)
Andrezinho 7 - o mais ativo e eficiente do meio para frente.
Walter 6 - brigou muito, mas teve pouco sucesso, a exceção do belo passe para Andrezinho e de um gol, em cima da linha, num lance de bola parada.
(Edu 5,5)
Alecsandro 6 - Partida apagada brindada por um gol na base da garra e da força e outro erradamente assinaldo pela arbitragem.
Beira-Rio, 30 de maio de 2010
gols: Alecsandro, Sorondo, Andrezinho, Alecsandro
Lauro 6 - pouquíssimas intervenções, mas muito mais seguro do que Abbondanzieri (poupado para recondicionamento técnico) no jogo com os pés.
Glaydson 5 - pouco exigido da defesa, foi mal no apoio, com muitos erros de passes e nenhuma profundidade
Bolívar 6,5 - atuação firme, tranquila e com um brilho ofensivo na cabeçada que assitiu ao gol de Sorondo
Sorondo 6,5 - mesma avaliação do companheiro de setor
Kléber 5,5 - não errou, apoiou mais do que no jogo anterior, mas ainda sem profundidade e com muita displicência.
Sandro 6 - discreto, sem erros, bem na marcação.
(Wilson Mathias sn)
Guinãzú 7 - o de sempre: roubadas de bola, bons passes curtos e movimentação; caiu bastante pela esquerda do ataque, de onde começou a jogada do terceiro gol.
Giuliano 5,5 - errou muito mais do que acertou, mas não se omitiu do jogo
(Thiago Humberto sn)
Andrezinho 7 - o mais ativo e eficiente do meio para frente.
Walter 6 - brigou muito, mas teve pouco sucesso, a exceção do belo passe para Andrezinho e de um gol, em cima da linha, num lance de bola parada.
(Edu 5,5)
Alecsandro 6 - Partida apagada brindada por um gol na base da garra e da força e outro erradamente assinaldo pela arbitragem.
quinta-feira, maio 27, 2010
Brasileirao 2010: Vasco x Inter 3-2
4a. rodada
São Januário, 26 de maio de 2010
gols: Andrezinho (2)
Abondanzieri 4 - não falhou nos gols, embora o terceiro não fosse indefensável, mas apresentou um grande repertório de lambanças e nenhuma defesa importante; esse jogador não poode jogar mais futebol e me causa uma enorme estranheza que a imprensa gaúcha só agora comece a criticá-lo
Bolívar 6
Sorondo 6
Fabiano Eller 4 - duas faltas estúpidas, dois cartões, uma expulsão que decidiou o jogo aos 18'st
Nei 5 - fez alguns bons desarmes, mas foi pego mal colocado em muitas oportunidades e não teve nenhum aproveitamento no ataque; era o jogador envolvido no pênalti mal marcado contra i Inter, que resultou no segundo gol.
Sandro 6
Guiñazú 6
Kléber 5 - muito apagado, burocrático e displicente, além de muito recuado para um time que deveria ser um 3-5-2, mas foi um 5-2-3
Andrezinho 8 - dois gols, muitos bons passes, muita movimentação, jogando bem próximo do ataque
(Giuliano sn)
Walter 6 - não foi brilhante, mas teve boa presença no ataque
(Juan 4 - jogou 30 minutos de muitos erros de posicionamento e passes; não pode jogar no Inter)
Alecsandro 5 - muito empenho, mas absolutamente nada saiu de seus pés além da boa jogada e passa para o segundo
(Taison sn)
Análise: um jogo fácil e tranquilamente vencido no primeiro por 2x0, transformou-se no segundo tempo: gol muito cedo sofrido por causa de um esfriamento do time, expulsão boba, pênalti mal marcado e substituições que destruíram qualquer chance de recuperação. Fora Fossati, Fora Abbondanzieri, Fora Nei, banco pro Alecsandro.
São Januário, 26 de maio de 2010
gols: Andrezinho (2)
Abondanzieri 4 - não falhou nos gols, embora o terceiro não fosse indefensável, mas apresentou um grande repertório de lambanças e nenhuma defesa importante; esse jogador não poode jogar mais futebol e me causa uma enorme estranheza que a imprensa gaúcha só agora comece a criticá-lo
Bolívar 6
Sorondo 6
Fabiano Eller 4 - duas faltas estúpidas, dois cartões, uma expulsão que decidiou o jogo aos 18'st
Nei 5 - fez alguns bons desarmes, mas foi pego mal colocado em muitas oportunidades e não teve nenhum aproveitamento no ataque; era o jogador envolvido no pênalti mal marcado contra i Inter, que resultou no segundo gol.
Sandro 6
Guiñazú 6
Kléber 5 - muito apagado, burocrático e displicente, além de muito recuado para um time que deveria ser um 3-5-2, mas foi um 5-2-3
Andrezinho 8 - dois gols, muitos bons passes, muita movimentação, jogando bem próximo do ataque
(Giuliano sn)
Walter 6 - não foi brilhante, mas teve boa presença no ataque
(Juan 4 - jogou 30 minutos de muitos erros de posicionamento e passes; não pode jogar no Inter)
Alecsandro 5 - muito empenho, mas absolutamente nada saiu de seus pés além da boa jogada e passa para o segundo
(Taison sn)
Análise: um jogo fácil e tranquilamente vencido no primeiro por 2x0, transformou-se no segundo tempo: gol muito cedo sofrido por causa de um esfriamento do time, expulsão boba, pênalti mal marcado e substituições que destruíram qualquer chance de recuperação. Fora Fossati, Fora Abbondanzieri, Fora Nei, banco pro Alecsandro.
domingo, maio 23, 2010
Brasileirão 2010: Inter x São Paulo 0-2
3a rodada
Beira-Rio, 23 de maio
Abbondanzieri 5
Bolívar 6
Sorondo 6
Fabiano Eller 5,5
(Andrezinho 5,5)
Glaydson 5,5
Sandro 5,5
(D'Alessandro 6,5)
Guiñazú 7
Kleber 5,5
Giuliano 6
Everton 6,5
Walter 5
(Alecsandro 5)
Análise: mesmo com Fossatti poupando jogadores importantes após a desgastante partida de quinta em Quilmes, o Inter foi levemente superior ao São Paulo no primeiro tempo. Contudo, com um gol ocasional em uma falha de Abbondanzieri após rebote de cobrança de falta na barreira, no último terço do primeiro tempo, Fossatti obrigou-se a mandar os titulares em campo para pressionar e criar várias chances de gol no segundo. Mas um gol de Fernandão, num contra-ataque após um choque entre Sandro e Glaydson, dificultou demais a reação.
Beira-Rio, 23 de maio
Abbondanzieri 5
Bolívar 6
Sorondo 6
Fabiano Eller 5,5
(Andrezinho 5,5)
Glaydson 5,5
Sandro 5,5
(D'Alessandro 6,5)
Guiñazú 7
Kleber 5,5
Giuliano 6
Everton 6,5
Walter 5
(Alecsandro 5)
Análise: mesmo com Fossatti poupando jogadores importantes após a desgastante partida de quinta em Quilmes, o Inter foi levemente superior ao São Paulo no primeiro tempo. Contudo, com um gol ocasional em uma falha de Abbondanzieri após rebote de cobrança de falta na barreira, no último terço do primeiro tempo, Fossatti obrigou-se a mandar os titulares em campo para pressionar e criar várias chances de gol no segundo. Mas um gol de Fernandão, num contra-ataque após um choque entre Sandro e Glaydson, dificultou demais a reação.
quinta-feira, maio 20, 2010
Libertadores 2010: Estudiantes x Inter 2-1 (2-2*)
volta das Quartas
Quilmes, 20 de maio de 2010
gol: Giuliano
Abbondanzieri 4 - falhou nos dois gols, especialmente no primeiro, quase tomou um terceiro num chute de Verón e foi muito mal nas reposições.
Bolívar 6,5 - confirmou as últimas atuações, sempre bem posicionado, firme e preciso nas intervanções e rápido na recuperação.
Sorondo 6,5 - esteve no mesmo nível de Bolívar, embora mais pela disposição e força do que pelas qualidades do colega.
Fabiano Eller 6 - teve atuação muito discreta; jogou parte do jogo como lateral esquerdo, sem muito sucesso.
Nei 4 - embora muito ativo no apoio pela direita, errou quase tudo o que tentou e ainda estava mal posicionado no lance do primeiro gol.
(Walter 6) - não destacou-se pelos acertos técnicos, mas sua presença deu vida nova ao ataque colorado, pois apareceu como opção para tabelamentos e lançamentos, o que com Alecsandro raramente ocorria.
Guiñazú 6,5 - o mesmo de sempre: correria, garra, proteção de bola, bons passes curtos.
Sandro 5 - enrolou-se com a bola e a perdeu em três oportunidades e errou mais passes do que o normal.
(Edu sn) - jogou pouco tempo e pouco foi visto.
Kléber 6 - teve boa atuação defensiva, não errou passes, mas não detscaou-se no apoio
Andrezinho 7 - jogou bem avançado, quase como um segundo atacante; todas as poucas boas jogadas do Inter passaram pelos seus pés e, novamente, foi sua a assistência para o gol da classificação.
D'Alessandro 5,5 - mesmo sem grande brilho, foi muito ativo no primeiro tempo, mas caiu bastante no segundo.
(Giuliano 6,5) - jogou pouco tempo, mas decidiu a classificação numa jogada de inteligência e qualidade técnica no arremate.
Alecsandro 4 - não produziu nada além de um chute fraco defendido por Orión numa boa jogada com Andrezinho e um gol corretamente anulado por um milimétrico impedimento; pode-se dizer que foi prejudicado pela falta de um companheiro no ataque, mas mesmo com a entrada de Walter continuou pouco produtivo.
Quilmes, 20 de maio de 2010
gol: Giuliano
Abbondanzieri 4 - falhou nos dois gols, especialmente no primeiro, quase tomou um terceiro num chute de Verón e foi muito mal nas reposições.
Bolívar 6,5 - confirmou as últimas atuações, sempre bem posicionado, firme e preciso nas intervanções e rápido na recuperação.
Sorondo 6,5 - esteve no mesmo nível de Bolívar, embora mais pela disposição e força do que pelas qualidades do colega.
Fabiano Eller 6 - teve atuação muito discreta; jogou parte do jogo como lateral esquerdo, sem muito sucesso.
Nei 4 - embora muito ativo no apoio pela direita, errou quase tudo o que tentou e ainda estava mal posicionado no lance do primeiro gol.
(Walter 6) - não destacou-se pelos acertos técnicos, mas sua presença deu vida nova ao ataque colorado, pois apareceu como opção para tabelamentos e lançamentos, o que com Alecsandro raramente ocorria.
Guiñazú 6,5 - o mesmo de sempre: correria, garra, proteção de bola, bons passes curtos.
Sandro 5 - enrolou-se com a bola e a perdeu em três oportunidades e errou mais passes do que o normal.
(Edu sn) - jogou pouco tempo e pouco foi visto.
Kléber 6 - teve boa atuação defensiva, não errou passes, mas não detscaou-se no apoio
Andrezinho 7 - jogou bem avançado, quase como um segundo atacante; todas as poucas boas jogadas do Inter passaram pelos seus pés e, novamente, foi sua a assistência para o gol da classificação.
D'Alessandro 5,5 - mesmo sem grande brilho, foi muito ativo no primeiro tempo, mas caiu bastante no segundo.
(Giuliano 6,5) - jogou pouco tempo, mas decidiu a classificação numa jogada de inteligência e qualidade técnica no arremate.
Alecsandro 4 - não produziu nada além de um chute fraco defendido por Orión numa boa jogada com Andrezinho e um gol corretamente anulado por um milimétrico impedimento; pode-se dizer que foi prejudicado pela falta de um companheiro no ataque, mas mesmo com a entrada de Walter continuou pouco produtivo.
Brasileirão 2010: Goiás x Inter 2-3
2a. rodada
Serra Dourada, 16-5-2010
Gols: Walter (P), Walter, Giuliano (P)
Lauro 6,5
Glaydson 6
Ronaldo Alves 6
Fabiano Eller 6,5
Juan 5,5
Derley 6
Wilson Mathias 6
Giuliano 6,5
Edu 4 (Nei 6)
Taison 6 (Everton 6)
Walter 8 (Leandro Damião 4)
Serra Dourada, 16-5-2010
Gols: Walter (P), Walter, Giuliano (P)
Lauro 6,5
Glaydson 6
Ronaldo Alves 6
Fabiano Eller 6,5
Juan 5,5
Derley 6
Wilson Mathias 6
Giuliano 6,5
Edu 4 (Nei 6)
Taison 6 (Everton 6)
Walter 8 (Leandro Damião 4)
quinta-feira, maio 13, 2010
Libertadores 2010: Inter x Estudiantes 1-0
Ida das Quartas
Beira-Rio, 13 de maio de 2010
gol: Sorondo
Abbondanzieri 6
Nei 6 (Glaydson 6)
Bolívar 7
Sorondo 6,5
Kléber 6,5
Guiñazú 6,5
Sandro 5,5
Andrezinho 6,5
D'Alessandro 6 (Giuliano 6)
Alecsandro 5
Walter 5 (Taison 6)
Beira-Rio, 13 de maio de 2010
gol: Sorondo
Abbondanzieri 6
Nei 6 (Glaydson 6)
Bolívar 7
Sorondo 6,5
Kléber 6,5
Guiñazú 6,5
Sandro 5,5
Andrezinho 6,5
D'Alessandro 6 (Giuliano 6)
Alecsandro 5
Walter 5 (Taison 6)
Libertadores 2010: Inter x Banfield 2-0
Volta das Oitavas
Beira-Rio, 6 de maio de 2010
gols: Alecsandro, Walter
Abbondanzieri 6
Nei 5,5
Bolívar 7
Sorondo 6
Fabiano Eller 5,5
Guiñazú 7
Sandro 7
Andrezinho 5 (Giuliano 5,5)
D'Alessandro 7,5
Alecsandro 5
Walter 6,5
Beira-Rio, 6 de maio de 2010
gols: Alecsandro, Walter
Abbondanzieri 6
Nei 5,5
Bolívar 7
Sorondo 6
Fabiano Eller 5,5
Guiñazú 7
Sandro 7
Andrezinho 5 (Giuliano 5,5)
D'Alessandro 7,5
Alecsandro 5
Walter 6,5
Brasileirao 2010: Inter x Cruzeiro 1-2
Rodada 01
Beira-Rio 9 maio 2010
Lauro 6
Arilton 5 (Leandro Damião 5,5)
Ronaldo Alves 4
Ronaldo Conceição 6 (Willian Mathias 6)
Fabiano Eller 5,5
Glaydson 5,5
Guiñazú 6
Kléber 6
Giuliano 6
Taison 6,5
Kleber Pereira 4 (Everton 5,5)
Beira-Rio 9 maio 2010
Lauro 6
Arilton 5 (Leandro Damião 5,5)
Ronaldo Alves 4
Ronaldo Conceição 6 (Willian Mathias 6)
Fabiano Eller 5,5
Glaydson 5,5
Guiñazú 6
Kléber 6
Giuliano 6
Taison 6,5
Kleber Pereira 4 (Everton 5,5)
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Libertadores 2010: Inter x Emelec 2-1
Libertadores - rodada 1
23-02-10Beira-Rio
25 - Abbondanzieri 5,5 - Não foi exigido, fez poucas intervenções, saiu estabanadamente por baixo uma vez e errou três vezes a saída de bola com os pés
2- Bolívar 6 - Partida tranquila na defesa, com certo espaço para apoiar pela direita no primeiro tempo
14- Sorondo 6 - Sem falhas, nem destaques, fez bem a sobra
13- Danilo Silva 6,5 - Foi o mais exigido dos zagueiros e foi bem. Ainda conseguiu certo sucesso no apoio pela esquerda.
2- Nei 6 - Foi o jogador mais ativo no primeiro tempo, mas com eficácia zero. No segundo, falhou feio na marcação no gol equatoriano mas compensou com um golaço de fora da área no empate
8- Sandro 6,5 - Tranquilo na marcação e com várias chegadas no ataque, dentre elas o início da jogada do gol da virada.
5- Guiñazu 6,5 - Perfeito na marcação, muito participativo no apoio , com pouquíssimos erros.
6 - Kléber 6 - Perdeu espaço ao ser bem marcado, mas não errou na defesa e foi razoável no apoio. Desta vez não teve sucesso nas bolas alçadas para a área.
11- Giuliano 4 - Ficou perdido no esquema tático de Fossatti e, nas poucas vezes que a bola o encontrou, errou passes e dribles. Errou até escanteios, bisonhamente.
18- Edu 5 - Muita presença pelos lados do ataque, especialmente o direito, mas com pouco sucesso. Caiu muito no segundo tempo.
9- Alecsandro 5 - Partida muito fraca, quase anônima, mas amenizada por um gol de oportunismo no final.
substitutos:
7-Taison (por Nei) 6 - Muito ativo pelo flanco esquerdo de ataque, usou dribles e velocidade para ser bem mais agudo que vinha sendo Edu pelo outro lado. Não foi decisivo nem brilhante, mas ajudou a manter o Inter pressionando o adversário.
10 - Andrezinho (por Giuliano) 7 - Fez em 15 minutos o que Giuliano tentou em 80: boa movimentação, passes certos e uma magistral jogada no segundo gol.
16 - Walter (por Edu) 6 - Jogou poucos minutos e estava apagado até receber um passe perfeito de Andrezinho na cara do gol e servir Alecsandro, ao seu lado, com muita tranquilidade.
domingo, outubro 25, 2009
Brasileirão 2009: Inter x Grêmio
31a. rodada
25-10-09
Beira-Rio
gols: D'Alessandro
Lúcio 6 - Poucas intervenções, todas seguras.
Daniel 5 - Tranquilo na marcação, mas falho na bola alta e inoperante no ataque. Jogador de baixo nível técnico.
Índio 6 - Bem por cima e por baixo, mas nada além de uma partida normal.
Bolívar 6 - Um pouco abaixo do colega de setor, mas sem falhas individuais notáveis.
Kléber 6,5 - Não teve uma participação ofensiva decisiva, mas defensivamenet foi muito bem e usou sua grande técnica para manter a posso de bola
Sandro 6 - Partida sem brilho, mas suficiente.
Guiñazú 6,5 - Errou alguns passes, mas foi o guerreiro de sempre e o desafogo da defesa na saída de bola.
D'Alessandro 6,5 - Além do gol não teve nenhum grande destaque, mas foi importante nas ações ofensivas.
Giuliano 6 - Chamou mais atenção pela disposição física e importância tática do que pela técnica.
Taison 6 - Tivesse feito um gol teria sido o melhor do primeiro tempo. Embora sem brilho, dtacou-se pela participação, interesse e, como sempre, velocidade de execução. Porém, não achou espaço para finalizar em gol.
Alecsandro 5 - Bastante presente nas ações ofensivas e até defensivas, mas sem vantagem sobre a defesa adversária. Na única chance que teve, perdeu um gol feito ao errar o drible sobre o goleiro.
substituições:
Marquinhos 6 - Substituiu Taison aos 15'st e manteve o mesmo nível. Deixou Alecsandro na cara do gol com um pelo passe em profundidade.
Andrezinho 6 - Entrou no lugar de D'Alessandro, reforçando a marcação e saindo com a bola mais de trás. Não teve destaque, mas jogou o suficiente para manter o Inter contra-atacando.
Mário Sérgio 6,5 - Não inventou na escalação nem na disposição tática. As substituições podem ser questionadas mas, pelo menos, não colocaram o time para trás. A vitória conta ao seu favor, mas o coletivo do time ainda não está bem. Talvez até pelo gol tão prematuro, o Grêmio teve o controle de jogo, em que pese o número de chances de gol (poucas) ter sido equlibrado.
25-10-09
Beira-Rio
gols: D'Alessandro
Lúcio 6 - Poucas intervenções, todas seguras.
Daniel 5 - Tranquilo na marcação, mas falho na bola alta e inoperante no ataque. Jogador de baixo nível técnico.
Índio 6 - Bem por cima e por baixo, mas nada além de uma partida normal.
Bolívar 6 - Um pouco abaixo do colega de setor, mas sem falhas individuais notáveis.
Kléber 6,5 - Não teve uma participação ofensiva decisiva, mas defensivamenet foi muito bem e usou sua grande técnica para manter a posso de bola
Sandro 6 - Partida sem brilho, mas suficiente.
Guiñazú 6,5 - Errou alguns passes, mas foi o guerreiro de sempre e o desafogo da defesa na saída de bola.
D'Alessandro 6,5 - Além do gol não teve nenhum grande destaque, mas foi importante nas ações ofensivas.
Giuliano 6 - Chamou mais atenção pela disposição física e importância tática do que pela técnica.
Taison 6 - Tivesse feito um gol teria sido o melhor do primeiro tempo. Embora sem brilho, dtacou-se pela participação, interesse e, como sempre, velocidade de execução. Porém, não achou espaço para finalizar em gol.
Alecsandro 5 - Bastante presente nas ações ofensivas e até defensivas, mas sem vantagem sobre a defesa adversária. Na única chance que teve, perdeu um gol feito ao errar o drible sobre o goleiro.
substituições:
Marquinhos 6 - Substituiu Taison aos 15'st e manteve o mesmo nível. Deixou Alecsandro na cara do gol com um pelo passe em profundidade.
Andrezinho 6 - Entrou no lugar de D'Alessandro, reforçando a marcação e saindo com a bola mais de trás. Não teve destaque, mas jogou o suficiente para manter o Inter contra-atacando.
Mário Sérgio 6,5 - Não inventou na escalação nem na disposição tática. As substituições podem ser questionadas mas, pelo menos, não colocaram o time para trás. A vitória conta ao seu favor, mas o coletivo do time ainda não está bem. Talvez até pelo gol tão prematuro, o Grêmio teve o controle de jogo, em que pese o número de chances de gol (poucas) ter sido equlibrado.
domingo, outubro 18, 2009
Brasileirão 2009: Fluminense x Inter 2-2
Novamente o Inter deixou de ganhar 2 pontos contra um adversário muito fraco, em decorrência da sua postura ridiculamente passiva no campo. Mário Sérgio escalou três zagueiros e três volantes, deixando apenas D'Alessandro (em jornada razoável) e Alecsandro (duas chances imperdíveis: um gol e um erro) para construir e atacar. No segundo tempo, com Andrezinho e Marquinhos nos lugares de Sandro (machucado) e D'Alessandro (cansado?), a óbvia melhora se concretizou e o Inter voltou à frente no placar. Mas a postura geral continuou a mesma, com o time todo enterrado na área. O Fluminense, que definhava em campo, foi a água mole que furou a pedra de tanto bater, empatando aos 41'. Mas não é só a postura que preocupa. A defesa, mesmo reforçada, vaza muito. Dois gols do zagueiro Gum, ambos sobre Sorondo, um por cima e outro por baixo, mais as inúmeras evzes que Fred e Alan conseguiram vantagem fácil, demonstram essa deficiência.
domingo, outubro 04, 2009
LARGUEI !!! FORA TITE !!!!
1) Maicon (neto de Anderson, filho de Edinho) titular e, segundo o treinador, "solução"
2) D'Alessandro no banco
3) Taison sempre o primeiro a sair
4) Alecsando não saindo nem por decreto
5) Andrezinho, nosso homem da bola parada, sempre o segundo a sair
Somandos os 5 itens, LARGUEI DE MÃO !!!!
Não me importam os resultados. Não comento mais o Inter enquanto Tite for o treinador.
sábado, setembro 19, 2009
Brasileirão 2009: Vitória x Inter 2-0
24a. rodada
19-09-09
Barradão
Lauro 6,5, Danilo Silva 6, Índio 6, Fabiano Eller 5,5 e Kléber 6,5; Sandro 6, Guiñazú 6, Andrezinho 5,5 (Marquinhos s.n.) e D'Alessandro 5,5 (Wagner Libano 4); Taison 5,5 (Edu 5,5) e Alecsandro 4.
Tite 4 - Escalou o que tinha, mas demorou demais a mudar o time e, quando mudou, conseguiu errar nas três substituições.
domingo, setembro 13, 2009
Brasileirão 2009: Inter x Cruzeiro 2-3
24a. rodada
13-09-09
Beira-Rio
gols: Alecsandro (P) e Andrezinho (F)
Lauro 6,5, Danilo Silva 5, Sorondo 5, Fabiano Eller 5,5 e Kléber 6; Sandro 5 (Andrezinho 7), Magrão 6 (Marquinhos sn), Guiñazú 6 e D'Alessandro 6,5; Taison 6 (Edu 5,5) e Alecsandro 6.
Tite 6
Tite 6
domingo, setembro 06, 2009
Brasileirão 2009: Avaí x Inter 0-2
23º rodada
6/9/09
Ressacada
gols: Fabiano Eller e Magrão
expulsoes: Índio e Bolívar
Lauro 6,5; Bolívar 5,5, Índio 5, Fabiano Eller 7 e Kléber 6,5; Magrão 7,5, Guiñazú 7, Giuliano 7 e D'Alessandro 6 (Danny Morais s.n.); Taison 6 (Edu s.n.) e Alecsandro 6 (Danilo Silva 5,5).
Tite 6,5
6/9/09
Ressacada
gols: Fabiano Eller e Magrão
expulsoes: Índio e Bolívar
Lauro 6,5; Bolívar 5,5, Índio 5, Fabiano Eller 7 e Kléber 6,5; Magrão 7,5, Guiñazú 7, Giuliano 7 e D'Alessandro 6 (Danny Morais s.n.); Taison 6 (Edu s.n.) e Alecsandro 6 (Danilo Silva 5,5).
Tite 6,5
quarta-feira, setembro 02, 2009
Brasileirão 2009: Inter x Atlético-MG 3-0
jogo atrasado do primeiro turno
02/09/09
Beira-Rio
gols: Edu (2), D'Alessandro
Lauro 6 - Titubeou em duas bolas altas, mas no pouco que foi exigido por baixo foi muito bem.
Bolívar 5 - Não deu segurança à zaga, especialmente no primeiro terço primeiro tempo, quando perdeu o duelo com Rentería por várias vezes. Atuando pela lateral, melhorou no segundo tempo. Porém, um erro de passe quase provocou gol atleticano.
Sorondo 6 - Foi o melhor dos três zagueiros, em todos os quesitos, mas sem grande destaque.
Fabiano Eller 5,5 - Novamente não foi bem nas tantativas de apoiar pela esquerda. Chegou atrasado em 2 ou 3 lances e errou um passe bobo que por pouco não permitiu ao Galo abrir o escore.
Danilo Silva 4,5 - Ficou perdido em campo. Afora um único bom cruzamento, não produzia nada no apoio e não contribuiu para bloquear o ataque mineiro pela ponta esquerda. Saiu no intervalo para a entrada de D'Alessandro.
Guiñazú 7,5 - Foi o melhor e mais efetivo jogador do primeiro tempo, o único que conseguiu fugir um pouco mais do excesso de recuos e toques laterais aos quais o Inter foi submetido em função da fortíssima e bem encaixada marcação atleticana. Manteve o incansável ritmo no segundo.
Magrão 6,5 - Nos passes, mais acertos do que erros. Bem na marcação. Conseguiu avançar mais no segundo tempo, quando o Inter acertou o esquema e lhe permitiu jogar mais verticalmente.
Kléber 7,5 - Depois de um primeiro apagado como ala, passou para a lateral e foi muito mais ofensivo: três cruzamentos para três gols em 15 minutos no início do segundo tempo.
Giuliano 6,5 - Errou pouco e participou bastante. Jogou pela direita no segundo tempo, dentro do esquema de losango preferido por Tite, ajudando muito na marcação e dando qualidade na ligação com o ataque.
Marquinhos 6 - Boa movimentação, tecnicamente bem, mas mais discreto e menos eficiente do que no jogo anterior. Tentou algumas jogadas de efeito e finalizou perigosamente por 2 ou 3 vezes.
Edu 8 - Após um primeiro tempo pouco útil caindo pela esquerda, foi centralizado no segundo. Marcou dois gols de cabeça e ainda participou do segundo gol.
D'Alessandro 8 - Em 15 minutos mudou o jogo no campo tático e decidiu o jogo na base da técnica. Autor do segundo gol, mentor do primeiro e extremamente participativo no resto do tempo.
Leo s.n. - Fez sua estréia substituindo Edu aos 35'st. Esforçado.
Marcelo Cordeiro s.n. - Entrou nos últimos minutos para fazer descansar Kléber
Tite 8 - Manteve o esquema vencedor do jogo anterior, mas ao vê-lo naufragar na marcação atleticana, teve a coragem de mudar tudo no intervalo: passou do 3-5-2 para o 4-4-2 em losango, centralizou Edu no ataque e trocou o quase ruim (falta um pouco para Danilo conseguir alcançar a condição de ruim) pelo quase craque (o que falta a D'Alessandro?). Finalmente, soube ler o jogo, mudar na hora certa e não estragar com substituições erradas.
02/09/09
Beira-Rio
gols: Edu (2), D'Alessandro
Lauro 6 - Titubeou em duas bolas altas, mas no pouco que foi exigido por baixo foi muito bem.
Bolívar 5 - Não deu segurança à zaga, especialmente no primeiro terço primeiro tempo, quando perdeu o duelo com Rentería por várias vezes. Atuando pela lateral, melhorou no segundo tempo. Porém, um erro de passe quase provocou gol atleticano.
Sorondo 6 - Foi o melhor dos três zagueiros, em todos os quesitos, mas sem grande destaque.
Fabiano Eller 5,5 - Novamente não foi bem nas tantativas de apoiar pela esquerda. Chegou atrasado em 2 ou 3 lances e errou um passe bobo que por pouco não permitiu ao Galo abrir o escore.
Danilo Silva 4,5 - Ficou perdido em campo. Afora um único bom cruzamento, não produzia nada no apoio e não contribuiu para bloquear o ataque mineiro pela ponta esquerda. Saiu no intervalo para a entrada de D'Alessandro.
Guiñazú 7,5 - Foi o melhor e mais efetivo jogador do primeiro tempo, o único que conseguiu fugir um pouco mais do excesso de recuos e toques laterais aos quais o Inter foi submetido em função da fortíssima e bem encaixada marcação atleticana. Manteve o incansável ritmo no segundo.
Magrão 6,5 - Nos passes, mais acertos do que erros. Bem na marcação. Conseguiu avançar mais no segundo tempo, quando o Inter acertou o esquema e lhe permitiu jogar mais verticalmente.
Kléber 7,5 - Depois de um primeiro apagado como ala, passou para a lateral e foi muito mais ofensivo: três cruzamentos para três gols em 15 minutos no início do segundo tempo.
Giuliano 6,5 - Errou pouco e participou bastante. Jogou pela direita no segundo tempo, dentro do esquema de losango preferido por Tite, ajudando muito na marcação e dando qualidade na ligação com o ataque.
Marquinhos 6 - Boa movimentação, tecnicamente bem, mas mais discreto e menos eficiente do que no jogo anterior. Tentou algumas jogadas de efeito e finalizou perigosamente por 2 ou 3 vezes.
Edu 8 - Após um primeiro tempo pouco útil caindo pela esquerda, foi centralizado no segundo. Marcou dois gols de cabeça e ainda participou do segundo gol.
D'Alessandro 8 - Em 15 minutos mudou o jogo no campo tático e decidiu o jogo na base da técnica. Autor do segundo gol, mentor do primeiro e extremamente participativo no resto do tempo.
Leo s.n. - Fez sua estréia substituindo Edu aos 35'st. Esforçado.
Marcelo Cordeiro s.n. - Entrou nos últimos minutos para fazer descansar Kléber
Tite 8 - Manteve o esquema vencedor do jogo anterior, mas ao vê-lo naufragar na marcação atleticana, teve a coragem de mudar tudo no intervalo: passou do 3-5-2 para o 4-4-2 em losango, centralizou Edu no ataque e trocou o quase ruim (falta um pouco para Danilo conseguir alcançar a condição de ruim) pelo quase craque (o que falta a D'Alessandro?). Finalmente, soube ler o jogo, mudar na hora certa e não estragar com substituições erradas.
domingo, agosto 30, 2009
Brasileirão 2009: Inter x Goiás 4-0
22a. rodada
30/08/09
Beira-Rio
gols: Marquinhos, Guiñazú, Giuliano e Kléber
Lauro 6 - Não foi exigido pelo ataque goiano. Bem nas poucas bolas altas e na reposição.
Índio 6 - Partida sem sobressaltos defensivos, até pela pequena exigência do adversário. Subiu para o apoio várias vezes, mas sem empolgar.
Bolívar 6 - Foi o melhor do três zagueiros, atuando pelo centro. Bem por cima nas bolas paradas e por baixo, nas poucas vezes em que teve que intervir na cobertura.
Fabiano Eller 5,5 - Não foi mal, mas em alguns lances deixou claro que está sem ritmo. Tentou o apoio pela lateral esquerda várias vezes, como Ìndio fez pelo outro lado. Mas parece não ser a sua.
Danilo Silva 5 - Muito bem defensivamente, mas uma calamidade no ataque. Tanta velocidade, tanta disposição, mas nenhuma inteligência de jogo e uma técnica primária como jamais se viu no Beira-Rio. Ainda assim, conseguiu uma "assistência" ao carrinhar para Kléber uma bola que saía pela linha de fundo.
Magrão 7 - Jogou ao lado de Guinãzú, pelo centro do campo. Desarmou muitas bolas, com vigor e firmeza e ainda deus muitos bons passes. Contribuiu ainda com algumas chegadas à frente, ainda que sem resultado no placar.
Guiñazú 7,5 - Marcando mais à frente, acabou chegando com frequência no ataque. Não por acaso, acabou marcando um gol em um chute fraco e colocado, de dentro da área.
Kléber 7,5 - O esquema 3-5-2 lhe permitiu jogar bem mais avançado e solto do que de costume, movimentando-se muito pelo centro do campo. Não foi brilhante, mas teve muita participação e foi brindado por um belo gol.
Giuliano 8 - Jogou bem avançado, centralizado, participando bem de praticamente todas as ações ofensivas. Uma assistência, um gol e algumas finalizações perigosas. Perdeu um gol muito claro ainda no primeiro tempo.
Marquinhos 7,5 - Um golaço, uma assistência, muita participação. Caiu muito no segundo tempo. O terceiro gol saiu de um erro de finalização em boa jogada pela esquerda.
Edu 6 - Jogou preferencialmente na centro-esquerda, movimentando-se bem e participando bastante das ações ofensivas. Ainda fora de forma, caiu demais no segundo tempo, quando foi substituído aos 13', apesar da participação decisiva no terceiro gol.
Bolaños 5,5 - Subsitituiu Edu e manteve sua boa participação em termos de movimentação e presença. Porém, deixou a desejar na técnica e na eficiência. Perdeu um gol claro.
Danny Morais s.n. - Aos 30'st, entrou por Índio, que voltava de lesão.
Glaydson s.n. - Jogou apenas 10 minutos e não fez nada além de faltas.
Tite 7,5 - Acertou ao mudar o esquema para 3-5-2, mesmo que tenha declarado que não houve relação com a forma de jogar do Goiás, sabidamente calcada no avanço dos dois bons alas e na movimentação da dupla ofensiva Iarley-Felipe. Além de proteger os flancos, o 3-5-2 permitiu uma marcação mais adiantada, que sufocou o Goiás. Eller e Índio foram vistos muitas vezes como laterais no apoio (ainda que sem destaque), aumentando a pressão ofenisva sobre o adversário Danilo jogou o tempo todo no ataque e Kléber movimentou-se como homem de meia-cancha. A melhor atuação dos últimos tempos foi facilitada pela expulsão equivocada de Fernandão aos 13' do primeiro tempo, mas o Inter dominava e vencia o Goiás mesmo antes disso, mostrando uma organização que há muito não se via. Resta saber se Tite vai manter o esquema e se ele funcionará com outros adversários. Quanto à escalação, precisa achar alguém melhor que o fraquíssimo Danilo Silva para a ala direita, mas foi muito feliz ao apostar no garoto Marquinhos em vez de Leo ou Bolaños, assim como foi correto não por simultaneamente em campo dois jogadores sem condições para 90 minutos (Edu e Andrezinho). Fez as substituições corretamente desta vez.
30/08/09
Beira-Rio
gols: Marquinhos, Guiñazú, Giuliano e Kléber
Lauro 6 - Não foi exigido pelo ataque goiano. Bem nas poucas bolas altas e na reposição.
Índio 6 - Partida sem sobressaltos defensivos, até pela pequena exigência do adversário. Subiu para o apoio várias vezes, mas sem empolgar.
Bolívar 6 - Foi o melhor do três zagueiros, atuando pelo centro. Bem por cima nas bolas paradas e por baixo, nas poucas vezes em que teve que intervir na cobertura.
Fabiano Eller 5,5 - Não foi mal, mas em alguns lances deixou claro que está sem ritmo. Tentou o apoio pela lateral esquerda várias vezes, como Ìndio fez pelo outro lado. Mas parece não ser a sua.
Danilo Silva 5 - Muito bem defensivamente, mas uma calamidade no ataque. Tanta velocidade, tanta disposição, mas nenhuma inteligência de jogo e uma técnica primária como jamais se viu no Beira-Rio. Ainda assim, conseguiu uma "assistência" ao carrinhar para Kléber uma bola que saía pela linha de fundo.
Magrão 7 - Jogou ao lado de Guinãzú, pelo centro do campo. Desarmou muitas bolas, com vigor e firmeza e ainda deus muitos bons passes. Contribuiu ainda com algumas chegadas à frente, ainda que sem resultado no placar.
Guiñazú 7,5 - Marcando mais à frente, acabou chegando com frequência no ataque. Não por acaso, acabou marcando um gol em um chute fraco e colocado, de dentro da área.
Kléber 7,5 - O esquema 3-5-2 lhe permitiu jogar bem mais avançado e solto do que de costume, movimentando-se muito pelo centro do campo. Não foi brilhante, mas teve muita participação e foi brindado por um belo gol.
Giuliano 8 - Jogou bem avançado, centralizado, participando bem de praticamente todas as ações ofensivas. Uma assistência, um gol e algumas finalizações perigosas. Perdeu um gol muito claro ainda no primeiro tempo.
Marquinhos 7,5 - Um golaço, uma assistência, muita participação. Caiu muito no segundo tempo. O terceiro gol saiu de um erro de finalização em boa jogada pela esquerda.
Edu 6 - Jogou preferencialmente na centro-esquerda, movimentando-se bem e participando bastante das ações ofensivas. Ainda fora de forma, caiu demais no segundo tempo, quando foi substituído aos 13', apesar da participação decisiva no terceiro gol.
Bolaños 5,5 - Subsitituiu Edu e manteve sua boa participação em termos de movimentação e presença. Porém, deixou a desejar na técnica e na eficiência. Perdeu um gol claro.
Danny Morais s.n. - Aos 30'st, entrou por Índio, que voltava de lesão.
Glaydson s.n. - Jogou apenas 10 minutos e não fez nada além de faltas.
Tite 7,5 - Acertou ao mudar o esquema para 3-5-2, mesmo que tenha declarado que não houve relação com a forma de jogar do Goiás, sabidamente calcada no avanço dos dois bons alas e na movimentação da dupla ofensiva Iarley-Felipe. Além de proteger os flancos, o 3-5-2 permitiu uma marcação mais adiantada, que sufocou o Goiás. Eller e Índio foram vistos muitas vezes como laterais no apoio (ainda que sem destaque), aumentando a pressão ofenisva sobre o adversário Danilo jogou o tempo todo no ataque e Kléber movimentou-se como homem de meia-cancha. A melhor atuação dos últimos tempos foi facilitada pela expulsão equivocada de Fernandão aos 13' do primeiro tempo, mas o Inter dominava e vencia o Goiás mesmo antes disso, mostrando uma organização que há muito não se via. Resta saber se Tite vai manter o esquema e se ele funcionará com outros adversários. Quanto à escalação, precisa achar alguém melhor que o fraquíssimo Danilo Silva para a ala direita, mas foi muito feliz ao apostar no garoto Marquinhos em vez de Leo ou Bolaños, assim como foi correto não por simultaneamente em campo dois jogadores sem condições para 90 minutos (Edu e Andrezinho). Fez as substituições corretamente desta vez.
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